sábado, 22 de janeiro de 2011

Trabalhe pelos seus Sonhos, Viva os seus Sonhos!

"Se você não está trabalhando agora mesmo na sua melhor idéia ou em favor dos seus sonhos, então você está fazendo tudo errado."


Nessa correria de sempre querer mais e o melhor, de proporcionar o melhor para mim e minha esposa, de ver o mundo caótico e deteriorante que vivemos, noto cada vez mais a importância de SONHAR. É necessário ter algo em que se apoiar, em que se sustentar, algo a que devemos BUSCAR e BATALHAR.

Acordar todos os dias cedo, trabalhar, almoçar, trabalhar, jantar, dormir, sair no fim de semana com a família, e assim sucessivamente. Para muitas pessoas isso já basta. Mas, até nisso tem um fundamento, mesmo que abstrato: felicidade. Mas, para onde isso leva? O mesmo ciclo por 10, 20, 50 anos?

Que tal sonhar algo e viver isso todos os dias?

Não tenho tempo/recursos/apoio/etc suficientes.
Você está ERRADO. Não é viver e batalhar pelo sonho quando você tiver mais tempo, quando você tiver mais dinheiro, quando você estiver num lugar mais agradável, quando você tiver uma casa maior ou um computador melhor. Essa hora nunca vai chegar, porque você sempre vai querer o melhor ou o maior ou mais dinheiro, sempre vai achar que não há tempo suficiente pois você precisa trazer o pão a mesa e sempre vai achar que nunca é o suficiente para ir atrás dos seus sonhos. Se você está no local que você não queria estar ou numa situação desfavorável, adote isso como motivo para você lutar pelo sonho ou pelo que você pode fazer de melhor, para sair de tais situações.

A hora é agora.

Sim, agora, nesse exato segundo. Comece a mudar seu comportamento, atos e pensamentos baseados em seus sonhos. Você verá como as coisas se tornarão mais agradáveis e mais claras. Tudo se tornará mais excitante.

Faça dos seus sonhos a sua razão de viver e parte do seu dia-a-dia. Isso irá se espalhar para as pessoas ao seu redor e elas também o apoiarão e até participarão. E tudo se tornará maior ainda.

A vida é tão frágil e ao mesmo tempo, tão curta. Eu te pergunto, agora mesmo, o que você está esperando? Por que você não está sendo tudo que você pode ser, agora mesmo? Somos apenas formiguinhas numa imensidão de tamanho geométrico e exponencial. O tempo é AGORA.

Lembre-se, mais uma vez: Se você não está trabalhando agora mesmo na sua melhor idéia ou em favor dos seus sonhos, então você está fazendo tudo errado.

Fonte: auriumsoft.com.br

Interrupção é inimiga da produtividade!

Se você está constantemente ficando tarde no trabalho e trabalhando nos fins de semana, não é porque você tem bastante trabalho a fazer. É porque você não está fazendo o bastante no trabalho. E a razão? Interrupções.

Pense sobre isso: Quando você mais produz? Se você é como a maioria das pessoas, é de madrugada ou bem cedo. Não é coincidência que são nesses horários que não tem ninguém ao seu redor.

Às 14 horas, as pessoas estão normalmente numa reunião, respondendo e-mails ou conversando com os colegas. Essas conversinhas e pequenas interrupções podem a princípio parecer inofensivas, mas elas são atualmente corrosivas à produtividade. Interrupção não é colaboração, é simplesmente, interrupção. E quando você está sendo interrompido, você não está terminando o trabalho.

Interrupções quebram o seu dia de trabalho em uma série de momentos de trabalho. Quarenta e cinco minutos então você tem uma ligação. Quinze minutos e é hora do almoço. Uma hora depois, você tem uma reunião. Antes que você perceba, são cinco da tarde e você só teve umas poucas horas (ou nenhuma) não interrompidas para poder produzir. Você não pode completar e fazer coisas completas e úteis se você está num constante começa, para, começa, para.

Zona de Isolamento
Você deveria entrar numa zona em que você fique sozinho. Horas seguidas, sem “quebradeiras”, são as que permitem que você realmente cumpra algo e quando você mais é produtivo. Quando você não precisa alternar entre várias tarefas, você consegue completar e terminar muitas tarefas. Já notou quanto trabalho você consegue fazer num avião, já que você está offline e não há distrações externas?

Entrar na “zona de isolamento” toma tempo e exige evitar interrupções. É como o sono REM (veja o artigo sobre sono polifásico): você não entra diretamente numa fase REM. Você vai dormir e prepara seu caminho para entrar no sono profundo. Qualquer interrupção lhe força a recomeçar o sono e assim, você fica quebrado no outro dia.

Porém, o seu momento sozinho não precisa ser nas horas extravagantes. Você pode criar uma regra no trabalho em que metade do dia é dedicado às pessoas ficarem sozinhas e isoladas. Configure um horário de 10 da manhã às 2 da tarde, onde as pessoas não podem falar umas com as outras (exceto durante o almoço).

Ou faça com que a primeira ou a última metade do dia seja a sua hora de ficar sozinho. Ou ao invés de sextas-feiras casuais, tente quintas-feiras mudas. Só garanta que esse período não seja quebrado, de modo a evitar cortar a produtividade com as temidas interrupções.

E mantenha essa ideia firme! Ficar isolado de modo bem sucedido significa cortar o vicio da comunicação. Durante o momento de isolação, esqueça que existe MSN, telefone, celular, e-mail e reuniões. Simplesmente cale a boca e termine o que você tem a fazer. Você se surpreenderá o quanto que você poderá fazer.

Ao mesmo tempo, se você realmente precisar compartilhar, tente usar ferramentas passivas de comunicação, como e-mail, que não exigem uma resposta imediata, no lugar de telefone e encontros presenciais (eu por exemplo, sou inimigo número um de telefone, por ser extremamente invasivo). Assim, as pessoas poderão responder quando for conveniente a elas, em vez de ter que largar tudo que estão fazendo no exato momento que você está tentando se comunicar.

Seu dia está ameaçado com interrupções. É sua responsabilidade lutar contra esse mal!!
Fonte: auriumsoft.com.br

sábado, 8 de janeiro de 2011

Pequenos Hoje...Grandes Amanhã!

"A vida é composta de novos ricos que são ex-pobres e novos pobres que são ex-ricos...
O dinheiro não acaba, apenas muda de mão"
. Gilclér Regina

Pequenos Hoje... GRANDES Amanhã!


Na vida são muitas as histórias de pequenos que venceram grandes, como a história do pequeno Davi que derrotou o gigante Golias e tornou-se Rei.

Em todas as histórias dos pequenos que se tornaram grandes estão inseridas pessoas com coragem, que trabalharam com motivação, atitude, persistência, bom humor e criatividade. Pessoas e empresas que encararam os desafios de frente.

Muitos dos grandes grupos de hoje foram um dia pequenos, sem recursos. (motivação)

O exemplo citado aqui hoje é o Bradesco, um dos maiores bancos privados do país, senão o maior, hoje uma sólida instituição que emprega mais de 80 mil pessoas, avaliada em R$ 100 bilhões. (persistência).

Mas houve um tempo em que foi um negócio pequeno, insignificante, sem crédito. Eu penso até que muitos dos novos funcionários hoje nem acreditam que um dia o banco foi uma casa de crédito muito pequena.

Nos anos 1940, o próprio fundador, Amador Aguiar, se divertia com isso. (bom humor).

Para quem perguntava qual o significado do nome Bradesco ele respondia: "Banco Brasileiro dos Dez Contos, se há"... E soltava gargalhadas. (em tempo, a moeda da época era chamada Contos de Réis).

A história do Bradesco e de tantas outras organizações que ficaram milionárias são de pessoas que aprenderam a trabalhar os desafios extraordinários que proporcionam pessoas extraordinárias. Aprenderam que o novo não está somente nos ingredientes, está na forma como são misturados.

Nunca na vida se é pequeno demais que não possa crescer ou grande demais que não possa melhorar! Nunca se é grande demais que não possa aprender ou pequeno demais que não possa ensinar.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Gilclér Regina

Vencedores X Perdedores

"Os vencedores fazem acontecer: os perdedores deixam acontecer".
Gilclér Regina

Esse artigo do Gilclér Regina é fantástico, gostaria de compartilhar com você caro leitor.

Vencedores x Perdedores!


O vencedor sempre faz parte da resposta e o perdedor sempre faz parte do problema. O vencedor tem um plano, o perdedor tem uma desculpa.

O vencedor diz: "Deixe-me fazer isso por você"; o perdedor diz: "Isso não é minha função". O vencedor vê uma resposta para cada problema e o perdedor vê um problema em cada resposta.

O vencedor diz: "Talvez seja difícil, mas não impossível" e o perdedor diz: "Talvez seja possível, mas é difícil demais".

Quando o vencedor comete um erro, diz: "Eu me enganei"; quando o perdedor comete um erro, diz: "Não tive culpa".

O vencedor estabelece compromissos e o perdedor só faz promessas. O vencedor diz: "Preciso fazer alguma coisa"; o perdedor diz: "Alguém precisa fazer alguma coisa".

Os vencedores fazem parte da equipe e os perdedores estão à parte da equipe. Os vencedores vêem o ganho, os perdedores, o gasto. Os vencedores enxergam as possibilidades e os perdedores problemas.

Os vencedores acreditam no ganha ganha e os perdedores acreditam que, para alguém ganhar, alguém tem de perder.

Os vencedores enxergam o futuro e os perdedores falam do passado. Os vencedores escolhem o que dizem e os perdedores dizem o que escolhem.

Os vencedores usam argumentos duros e palavras suaves... Os perdedores usam argumentos suaves e palavras duras.

Enfim, os vencedores mantém os seus valores e cedem em pequenas coisas e os perdedores mantém as pequenas coisas e sem seus valores.

Pense nisso!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A Senha que abre a porta do futuro

Pare de se ocupar com questões operacionais, isso é muito cômodo, e reserve um tempo para conversar sobre o futuro.

Saia do conforto da sua sala, enfrente um pouco de congestionamento, vá a seminários, visite fornecedores e clientes e, também, os reúna, com especialistas, na sua empresa, para algumas reflexões.

Grandes ideias nascem nas periferias, mais próximas da realidade e das dificuldades, enquanto estamos focados nos grandes centros.

Em um ambiente mercadológico de altíssima competitividade, a senha que abre a porta do futuro é Superação.
Superamos nossos competidores ou seremos superados. Já!

Digo-lhe com toda segurança, sempre que temos uma grande idéia, há sempre uma pessoa, em algum lugar , que se antecipou, trabalhando nela. Esse é lado ruim da questão.

O lado bom é que uma ideia nada vale enquanto não for colocada em prática.

Trate-as como pés de alface na sua banca de verduras. São perecíveis, e no início do dia sempre valem mais, pois são mais frescas e vistosas.

Depois que o concorrente fez sucesso não adianta dizer: “Eu tinha pensado nisso”. Para o pé de alface é fim de feira.

Em cada esquina, há sempre um indivíduo que se julga sábio, mas o mundo o desconhece. Para o mercado, o velho ditado “quem sabe faz, quem não sabe bate palma “ é bem adequado.

Individualistas, sempre se vêem obrigados e enfrentar a dura realidade que, em algum momento, aparecerá alguém melhor do que eles. O mundo trabalha vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, ritmo que ninguém, isoladamente, consegue acompanhar.

Nossa permanência no pódio é temporária em disputas acirradas, e o mundo, que gosta de novidades, torce para que nos superemos ou sejamos superados.

A grande dificuldade das empresas para prospecção de clientes e oportunidades de negócios, para construção do futuro, é que o mercado está cada vez mais segmentado.

Esforços para atrair a atenção de todos consomem recursos e não geram os resultados esperados e necessários.

Fundamental para o sucesso de qualquer empreendimento é a identificação dos nichos consumidores e potenciais. Um gestor que não os reconhece, trabalha sem foco.

Em muitos segmentos, a volatilidade dos movimentos da moda e, principalmente, tecnológicos dificultam a identificação das ondas e das tendências.

Tendências costumam permanecer por períodos de 10 anos, confundindo-se com as ondas que são passageiras. Ocorre que a identificação não é um processo simples quando se procura aproveitá-las.

O ingresso tardio para explorá-las coloca a empresa em posição extremamente desvantajosa. Em um mercado em constante renovação, a demora na aplicação de ideias, pode torná-las mortas ou ultrapassadas, ainda que inéditas.

A vantagem competitiva está cada vez mais com as empresas que exploram com intensidade o capital intelectual de seu potencial de recursos humanos.

A excelência em gestão empresarial, que gera resultados e provoca o crescimento das organizações, está diretamente ligada à capacidade e disposição dos dirigentes em desenvolverem, adicionarem competências e se superarem.

Como dirigentes temos que identificar, reconhecer e agir para superar nossas próprias limitações.

Esse desprendimento permite abrir a porta do futuro gerando resultados maiores, com redução substancial do stress.

Ivan Postigo - o gerente.com