segunda-feira, 19 de abril de 2010

Disseminando O Empreendedorismo


Por: Pedro Nadaf



Os empreendedores, sejam homens ou mulheres, são visionários. Identificam oportunidades e tornam suas ideias realidades, não se limitando na busca de êxito. São oriundos de diversos ramos de atividades, ou simplesmente descobrem que têm potencialidades para serem desenvolvidas principalmente em novos nichos de mercados.


Quando nos deparamos com empresários que transformam sonhos em realidade, e se revelam como agentes de sucesso, com experiências para relatar e trocar, vemos sempre que em seu perfil está o que representa o verdadeiro empreendedor. Encontramos a tenacidade, autoconfiança, determinação, criatividade, ânimo, ética, ousadia e visão.


"Ser um empreendedor é muito mais que ter vontade de chegar ao topo de uma montanha; é conhecer a montanha e o tamanho do desafio; planejar cada detalhe da subida, saber o que você precisa levar e que ferramentas utilizar; encontrar a melhor trilha, estar comprometido como resultado, ser persistente, calcular os riscos preparar-se fisicamente; acreditar na sua própria capacidade e começar a escalada". Colhi esta definição do Programa Brasil Empreendedor, do governo federal, por considerá-la muito interessante.


Todos os pontos positivos no conjunto de características dos empreendedores, entretanto, não dispensam a busca do aperfeiçoamento, dentro de ações planejadas, como: informação, especialização e definição de metas. Dentro na nova filosofia administrativa da era organizacional, quem tem o espírito inovador tem mais chance de vencer.


Hoje há diversas escolas e cursos in company, em parceria com instituições, de forma estratégica, realizam ações efetivas opção de parceria, que transformam estratégias de treinamento em ações efetivas, no que se refere a educação empreendedora. Esse desafio, que muitos pensam ser de hoje, foi lançado há mais de 20 anos, gerou certa polêmica entre educadores mais conservadores. Os pioneiros na educação empreendedora foram a Fundação Getúlio Vargas e Universidade de São Paulo, na década de 80, com a inclusão, desta matéria, em suas respectivas grades curriculares. Isto foi importante para se iniciar um processo de disseminação da cultura empreendedora em nível educacional, inclusive nas próprias organizações empresariais.


Tenho percebido que a cada dia que passa, homens e mulheres que estão na busca de consolidarem negócios, se conscientizam de que a grande força do empreendedorismo é essencial neste processo. É uma peça da engrenagem na qual faz a máquina do desenvolvimento impulsionar, garantindo as futuras gerações mais equilíbrio econômico. Afinal, o espírito empreendedor é fundamental para aumentar as riquezas do país e melhorar a qualidade de vida das pessoas. O mercado está mostrando, através de exemplos tal verdade.


Eu gosto muito de disseminar o empreendedorismo e acredito que pessoas bem preparadas, com informação e formação para o mercado, têm mais chances de estar à frente no sentido de empreender, por mais que isso seja um atributo que veio de berço.


Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-MT


Perfil do Autor


Pedro Nadaf

(Artigonal SC #2157873)


Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/financas-artigos/disseminando-o-empreendedorismo-2157873.html

Os 4 Grandes Segredos Da Lei Da Atração


Por: Roberto Gilson


Os 4 Grandes Segredos da Lei da Atração




É indispensável para quem quer fazer uso da Lei da Atração aprender sua plena utilização e maximizar a sua eficácia. A lei da atração não se limita a invocar a simples fórmula de pedir, acreditar e receber. Para libertar o seu pleno poder universal, você tem que fazer uso frequente destes 4 Grandes Segredos:




1. Declarar as suas intenções, e acreditar que você já está recebendo o que você está pedindo, e recitar suas afirmações sempre que puder. Se você quiser ser autor de um Best-seller, diga, "Eu sou um autor Best-seller!" muitas vezes ao longo do dia com convicção e muita emoção. É melhor se você ir para um quarto só para se concentrar no que diz, e praticar a escrita perfeita, harmoniosa e com conteúdo agradável e que entregue aquilo que o leitor está buscando. Só falar, pedir e recitar não serão suficientes para publicar um livro que está só no sonho. Para merecermos que a Lei da Atração trabalhe a nosso favor, dependerá em primeiro plano de nossa AÇÃO.




Em qualquer momento do dia quando você está prestes a dizer ou pensar em algo negativo, como "Eu nunca poderei fazer isso!" ou "Eu sou tão estúpido!" segure sua língua e diga "Cancelar! Cancelar! Cancelar!" ou "Apagar! Deletar! Excluir!" Mude imediatamente para pensamentos positivos. É vital para manter o seu diálogo interior puramente positivo e livre de toxinas pessimistas. Persistência, perseverança, otimismo e garra são essenciais a quem quer vencer.




2. Visualize na sua mente a mesma coisa que você deseja ser, fazer ou ter. Acredite no milagre que já está acontencendo em sua vida. Sinta a felicidade ou satisfação de ter alcançado o seu sonho em todo o seu corpo, mente, coração e alma. É altamente recomendável que você crie recursos audio-visuais ( use fotos, desenhos e escritos em todos os lugares que mais frequenta, use as fotos de coisas que marquem o seu coração. Ouça as musicas que mais te inspiram e te lembram seus desejos.). Isto irá aumentar a sua faculdade visual e motivar e aguçar seus sentidos. Emocione-se sentindo a felicidade da conquista. Sinta o cheiro, o toque, visualize a cor. Por isso é essencial saber o que quer. Pedir algo que não está definido neutraliza a Lei da Atração. Seria como desejar ter um lindo carro que não tem marca, modelo, cor ano. A Lei da Atração não trabalha com desejos genéricos.


3. Tenha uma ação inspirada! O universo ajuda quem ajudar a si próprio. Afirma-se que, se você fizer alguma coisa muito boa, uma muito melhor voltará para você. E se você fizer algo ruim, outra pior retornará. Você colhe aquilo que semeia. Portanto, se você só ficar sonhando acordado e não fizer nada, o universo não vai trazer nada de volta para ajudá-lo, nem a qualquer um. Nunca faça aos outros o que não deseja a si próprio. Mas se queres algo, trabalhe e construa todas as pontes para chegar até o seu objetivo.




4. Receba e Agradeça abertamente. A lei da atração é mais poderosa quando você se abrir e permitir-se receber a abundância que o universo tem para te oferecer. Se rejeitar a sua benção, você estará cortando o fluxo de prosperidade e reduzindo seus vigorosos envios de bênçãos. Reconheça sempre essa pequenina chama que é fonte de ligação entre você e o Céu. Lembre-se sempre de dizer "Obrigado". Deixe o Universo saber o quanto você aprecia os abundantes dons que você está recebendo. Mostre sincera gratidão, e o universo irá responder adequadamente, dando-lhe mais e mais.


Um coração agradecido está sempre mais próximo de Deus.

A lei da atração está sempre a trabalhar, e nunca falha. Compreenda-a, saiba exatamente como utilizá-la, e comece a aplicar os seus princípios para manifestar tudo que você sempre sonhou. Você pode fazê-lo! E que Deus e as forças do Universo estejam com você. é o ingrediente insubstituível do sucesso. Sem fé nada se alcança. Tudo é possível para aquele que crê.



www.projetorendafamiliar.com.br


Perfil do Autor


Roberto Gilson Seixas Diniz, é o Idealizador e CEO do Projeto Renda Familiar. Empresário focado na criação de riqueza espiritual e financeira para todos os seus associados.

(Artigonal SC #1119141)


Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/auto-ajuda-artigos/os-4-grandes-segredos-da-lei-da-atracao-1119141.html

O Poder Do Pensamento (1)


Por: Hermilo Santana


O pensamento é uma forma de energia que se propaga em todas as direções e influencia diretamente o mundo físico.


Muitas pessoas enxergam o mundo como um lugar em que estamos todos desconectados. Um lugar em que alguns têm poder e a maioria vive lutando para conseguir melhorar. Essa parece ser a verdade, mas há algo muito mais profundo que mostra o que realmente está acontecendo.


As dificuldades que se manifestam na vida das pessoas são criadas, primeiramente, nos seus próprios pensamentos. A realidade é uma grande massa de modelar que se ajusta o tempo inteiro aos nossos pensamentos predominantes.


A energia que criou o universo está em todos os lugares e se manifesta em todos os lugares. A ciência está se aproximando de uma verdade que é incrível. Uma verdade que trará muita libertação e deixará o homem impressionado com o poder que ele tem na sua própria mente.


Alguns cientistas dizem que 96% do universo é vazio. Eles reconhecem a existência da "matéria escura" e da "energia escura" que compõem cerca de 96% do universo e que agem sobre o campo gravitacional de galáxias e estrelas. Estão, assim, começando a perceber que o vácuo não existe. Em todos os lugares há energia.


Alguns físicos quânticos criaram o termo "partículas virtuais" numa tentativa de explicar fenômenos que eles não conseguem entender.


Mas o que tudo isso tem a ver com o poder do pensamento?


É simples: tudo o que existe no universo foi criado e originado por um pensamento. Todas as coisas, para que possam existir, precisam ser formadas primeiro em um pensamento.


O pensamento é a primeira causa de todas as coisas.


Os cientistas passam muito tempo fazendo cálculos e tentando entender campos de energia. Todo esse trabalho seria acelerado se eles analisassem o princípio que gera todos esses fenômenos: o pensamento.


A maior parte da energia do universo ainda não se manifestou. São partículas que estão à espera de um comando. Elas estão prontas para agir. Algumas estão agindo de uma forma que ainda não podemos explicar, mas estão lá.


Vamos revisitar um livro clássico, escrito em 1910, que se chama: "A Ciência de Ficar Rico" de Wallace Wattles. Nesse livro, veja o que ele fala sobre o pensamento:


Capítulo 4: "A matéria de que todas as coisas são feitas é uma substância que pensa e pensando nas formas esta substância as produz".


"A substância original move-se de acordo com seus pensamentos; cada uma das formas que se processa na natureza é a expressão visível de um pensamento da substância original."


"Existe uma substância pensante, da qual todas as coisas são feitas e que, em seu estado original, permeia, penetra, e preenche os inter-espaços do universo. Um pensamento nesta substancia produz a coisa que é imaginada pelo pensamento."


A substância original que ele se refere é conhecida por vários nomes. O nome mais utilizado para designar essa substância é "Deus". Vamos dar uma olhada no primeiro livro da Bíblia, Gênesis, escrito há cerca de três mil e quatrocentos anos:


"No princípio, criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.E disse Deus: Haja luz. E houve luz."


A terra, aqui, era sem forma e vazia. Isso é uma figura de linguagem que representa o universo. O universo era composto de "energia escura" e "matéria escura", que, na Bíblia, são chamados de "trevas sobre a face do abismo". Sob o comando de Deus, a luz foi criada. Mas, o que é a luz?


Assim como o som precisa de um meio para se propagar, o mesmo acontece com a luz. A luz não se propaga no vácuo, ela se propaga dentro de uma "membrana" que está em todo o universo. A luz é uma forma de energia. Ela tem característica tanto de onda como de partícula.


Voltando ao pensamento.


O pensamento é uma forma de energia que se propaga numa velocidade muito maior do que a velocidade da luz. A luz se movimenta em "pacotes de energia" que se chamam fótons. Ainda não conhecemos os "pacotes de energia" do pensamento, mas isso acontecerá em breve.


Se o pensamento tem tanto poder e todo o universo foi criado com um pensamento, porque há tanta limitação e sofrimento para a maioria da humanidade?


Por que o pensamento é controlado pelas crenças. Antes de pensar, precisamos crer. Sem uma crença é impossível pensar. O pensamento é um campo de energia baseado num "ponto de vista". Esse ponto de vista é a crença. Por isso, quero dizer algo muito importante:


Não há como não crer. Quem pensa, crê.


Para pensar é preciso crer em algo. Sem uma crença nenhum pensamento pode se sustentar. Algumas pessoas dizem, por exemplo, que não acreditam em Deus. Elas crêem na inexistência de Deus. Isso é uma crença. Outras acreditam que ganhar dinheiro é difícil. Essa é outra crença.


Sempre haverá uma crença em sua mente. E você sempre tentará sustentar alguma crença.


O grande problema da maioria da humanidade são as crenças limitadoras.


As crenças limitadoras são "pontos de vista" equivocados sobre a realidade. A partir desses pontos de vista equivocados a maioria das pessoas constrói o alicerce de suas vidas: empregos que pagam mal, estresse no cotidiano, relacionamentos fracassados e frustrações vindas de todos os lados.


Por que tudo isso acontece?


Porque você é aquilo que crê.


O que você acredita, no seu íntimo, se torna real.


Aquilo que acreditamos ser "real" vem da repetição de comportamento.


Repetimos, sem saber, modelos de comportamentos que vêm de nossos pais.


Se um menino tem pais com uma situação financeira medíocre, ele terá 99% de chance de ter uma situação financeira medíocre quando ficar adulto. Durante a adolescência ele terá vários sonhos — ser ator, astronauta, piloto de avião, etc.—, mas o que vai se manifestar em sua vida adulta são os programas que foram instalados.


Todos nós carregamos programas que foram instaladas em nossas mentes. Esses programas (crenças) devem ser alterados para que possamos ter controle sobre nossas vidas.


Se quiser saber como alterar a sua vida e mudar as suas crenças, me escreva que eu lhe mostrarei como. Meu e-mail está logo abaixo.


Perfil do Autor


Hermilo Santana é escritor. Formado em Composição e Regência pela Universidade Federal da Bahia, tem mestrado em Composição. Seu livro Segredos Mágicos da Prosperidade pode ser baixado gratuitamente em: http://prosperidadeagora.webnode.com.br/ E-mail para contato: segredosmagicos2010@gmail.com.

(Artigonal SC #1939503)


Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/auto-ajuda-artigos/o-poder-do-pensamento-1-1939503.html

sábado, 17 de abril de 2010

15 indicadores de uma equipe desmotivada

Mais do que nunca, a motivação dos profissionais tem sido considerada a mola propulsora para a sobrevivência das empresas. Contudo, mesmo diante de um mercado extremamente competitivo, de possíveis "surpresas" econômicas, dentre outros fatores que interferem no universo organizacional, é indispensável manter os colaboradores engajados, motivados a alcançarem e superarem metas. Mas, nem sempre as organizações estão atentas para o clima e quando reconhecem que algo errado ocorre, fazendo uma analogia ao histórico trecho da obra "Os Lusíadas", de Luís Vaz de Camões, que revela a trágica morte de Inês de Castro: "Agora é tarde. Inês é morta". Por isso, nada mais sensato do que ficar de olhos abertos para identificar se uma equipe apresenta ou não sinais de desmotivação. Confira alguns desses sinais que listo abaixo.

1 - Presença constante de conflitos entre os membros da equipe, muitas vezes por motivos banais.

2 - Queda do desempenho dos profissionais. Os resultados individuais, bem como os coletivos não são positivos como antes.

3 - Índice acentuado de rotatividade dos talentos.

4 - Absenteísmo constante e em muitos casos, as faltas dos profissionais não são justificadas.

5 - Ausência de comunicação eficaz entre os membros da equipe.

6 - Ambiente pouco amigável, aonde a maioria das pessoas preferem o silêncio.

7 - Relacionamento fragilizado entre líderes-liderados.

8 - Ausência de propostas dos gestores, para o desenvolvimento dos liderados.

9 - Falta de estímulo dos colaboradores para participarem de atividades promovidas pela organização.

10 - Profissionais explicitamente na zona de conforto e contrários aos processos de mudança.

11 - Quando o nome de outra empresa é citado na sala, os profissionais ficam atentos e os olhos "brilham".

12 - Fortalecimento da "rádio peão", pois os boatos valem mais do que as informações repassadas pelos gestores.

13 - Descrédito dos funcionários em relação às ações adotadas pela organização.

14 - Ausência de criatividade nas atividades dos profissionais.

15 - Receio dos colaboradores em apresentarem sugestões, ideias inovadoras porque pensam que não serão levados a sério e tampouco terão seus talentos reconhecidos.

Artigo de Patrícia Bispo - Rh.com.br

Por Que Líderes e Empresas Quebram?

As empresas quebram porque perdem os seus diferenciais competitivos, não inovam, não criam novos produtos ou serviços, param no tempo, não acompanham as mudanças na velocidade exigida pelo mercado.
Muitas fecham suas portas porque se preocupam mais em vender e esquecem que a essência da administração é a rentabilidade.
A grande maioria das pessoas parou de sonhar. Inclui-se aí muitos empresários e colaboradores. Não se preocupam em aprender mais, se desenvolver.
Mas também existem pessoas e empresas que se transformam em diamantes, se diferenciam das outras, são mais felizes e motivadas e resultados no trabalho é apenas conseqüência de sua forma de pensar e viver.
Nenhuma empresa contrata alguém desmotivado. Todos querem vibração. Um produto inédito, serviços complementares, algo incrível!!
Quem chega à frente é de vanguarda. Quem corre atrás, cansa e não alcança. Se eu conseguir largar um pouco na frente dos outros, eu ganho a corrida, isto é, ganho o mercado.
E para correr esse milímetro você tem que se preparar três vezes mais que a concorrência.
O sucesso hoje é 40% técnica e 60% emoção. Tenho feito várias palestras em feirões da GM e percebo que existem algumas concessionárias que praticam um verdadeiro pós-venda.
Comprei meu primeiro carro há 30 anos e até hoje muito poucos me ligaram perguntando se estava feliz. E aqueles que assim procederam negociaram pelo menos mais uma vez comigo.
A empresa que quer ser líder tem que ser um dos primeiros nomes na cabeça do consumidor. Algo como a marca mais famosa de refrigerante ou cerveja que primeiro vêm à mente.
Somente com uma marca forte se consegue fugir da guerra de preços porque nesta toada, entre mortos e feridos nunca há um vencedor!
Nas empresas brasileiras, de uma forma geral, quase 80% das pessoas pedem demissão de seu chefe e não de seu emprego. Veja aí a importância dos relacionamentos internos, do clima que sustenta o ambiente tanto quanto a competição.
Para ficar, as pessoas precisam admirar o líder, gostar do líder e respeitar o líder. O grande desafio é conseguir fazer com que as pessoas trabalhem querendo experimentar o seu melhor.
Uma coisa que cada gestor poderia fazer é uma pesquisa anônima com os funcionários para verificar se eles são felizes. É muito simples e não custa nada.
Os grandes desafios desta liderança de sucesso é certamente inspirar pessoas e em seguida direcionar toda equipe para o encantamento do cliente. Isso sem perder o foco em resultados, afinal é o cliente quem paga as nossas contas.
Já me aconteceu de entrar numa empresa comercial e ficar com a sensação de ter que pedir desculpas por ter entrado ali. Algo como, eu não sabia que como cliente havia entrado para atrapalhar a vida daquelas pessoas. E minha intenção era unicamente comprar... Escolhi por alguma razão aquele local.
O maior desafio é colocar emoção no que faz. Um líder verdadeiro tem uma causa... A equipe é a cara do líder. É importante mostrar a equipe que saber e não fazer é ainda não saber com uma dose piorada de quem não tem atitude.
Infelizmente muitas empresas possuem tecnologia, prédios bonitos, veículos do ano, computadores de última geração com tela plana, softwares avançados e até projetos de algum sobrinho do Oscar Niemeyer... Mas não acreditam em gente. Não acreditam que treinar faz a diferença e é peça fundamental para o sucesso.
Mesmo que dependa de cada empresa, é bom separar as coisas, isto é, a linha invisível que separa amizade da razão. Um líder não comanda amigos, estes ele os têm para informalidades, desabafos de seus problemas, aspirações... Separa-se aí o mundo real da ilha de fantasia.
Empresas quebram porque erram, tornam-se distantes das pessoas. Possuem chefes que quase nunca elogiam porque acham que as pessoas não fazem mais do que suas obrigações. Diversas pessoas preferem o risco de ficarem desempregadas a viverem ao lado de gente com esse perfil.
Uma empresa não quebra hoje, quebra cinco anos antes. Conselho para o sucesso: Não caia na maior doença do mercado, doença letal, a síndrome dos comuns.
O sagrado segredo dos vencedores é ver o que todo mundo vê... Mas enxergar diferente!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina - Palestrante de Sucesso

quarta-feira, 14 de abril de 2010

ESTILOS DE LIDERANÇA

O líder deve ser entusiasmado, otimista, motivado, participativo, ter espírito de equipe, saber delegar tarefas e cobrar resultados. O líder centralizador, que se irrita facilmente perde o respeito e não se mantém no mercado de trabalho. Você verá em seguida alguns tipos de liderança mais comuns. Cada um deles tem os seus prós e contras. A personalidade de quem dirige interfere em muito, na maneira de liderar. Devido a experiência de tantos anos de liderança, Alguns teóricos sugerem que seja utilizada a liderança situacional.

Existe uma teoria que fala de Traços da personalidade. Segundo esta teoria, o líder possuiria características marcantes de personalidade que o qualificariam para a função. O importante é que você encontre a sua maneira de liderar, que seja a mais adequada a sua realidade e visão do trabalho.

01. Liderança autocrática:
Na Liderança autocrática o líder é focado apenas nas tarefas. Este tipo de liderança também é chamado de liderança autoritária ou diretiva. O líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados. O líder é quem ordena, impõe sua vontade, centralizando todas as decisões. Este estilo não é indicado quando a equipe de vendas é experiente e de profissional, pois terá a rejeição por parte desses subordinados. Porém poderá ser utilizado para disciplinar o grupo que está indiferente às suas atividades de vendas e em alguns casos de dificuldades dentro da empresa, que exigem ações mais rígidas. Esta liderança também é chamada de liderança autoritária.

Este tipo de liderança caracteriza-se pela confiança na autoridade e pressupõe que os outros nada farão se não lhes for ordenado. Geralmente não se importa com o que os liderados pensam além de desestimular inovações. O líder autocrático julga-se indispensável, mostrando que só a sua maneira de fazer as coisas é a correta. Toma uma postura muitas vezes paternalista, sentindo-se feliz por notar que os outros dependem dele. Divide pouquíssimo serviço, preferindo fazê-lo. É comum por parte deste líder, reações coléricas, de irritação, de incompreensão com erros alheios. Infunde certo temor nos liderados, para que não o contradigam. Usa de artifícios para que o obedeçam sem dialogar. As decisões são tomadas com rapidez, o que é muito positivo. Mas, quando um líder autocrático termina seu mandato, muitas vezes o grupo fica perdido, não está acostumado a tomar suas próprias decisões, provocando um vácuo no poder de comando.

02. Liderança democrática:

Chamada ainda de liderança participativa ou consultiva, este tipo de liderança é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório. Liderança democrática - O líder orienta o grupo a executar suas atividades, fazendo-o participar da tomada de decisão. A liderança democrática é mais utilizada quando a força de vendas é de nível elevado. Em caso de força de vendas numerosa, o gerente pode encontrar dificuldade para dirigir todo o pessoal.

Neste estilo de liderança, todo o grupo pode e deve contribuir com sugestões. A responsabilidade do líder, é dirigir estas opiniões para que, na prática, atinjam os objetivos esperados. O líder, com sua experiência, deve alertar sobre pontos difíceis e idéias que já foram tentadas no passado, mas sem sucesso. A esperança neste caso, é fazer com que o grupo entenda que atingir objetivos é responsabilidade de todos e não apenas da liderança.
O líder que aplica este estilo, geralmente, tem um conceito equilibrado sobre si, não temendo que haja liderados que sejam melhores do que ele, em determinados aspectos. Para ele é fácil entender e compreender seus liderados, bem como ouvir e aceitar opiniões diferentes das suas. Aqui, a dificuldade é a demora para tomada de decisões em tempos de crises.

03. Liderança Paternalista:

É uma liderança que visa o fim dos conflitos em grupos, que visa um relacionamento amável, onde o líder tem uma postura de representante paternal do grupo.

04. Liderança Liberal:

Liderança liberal, Livre ou Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar". Nesse tipo de liderança, parte-se do princípio de que o grupo atingiu a maturidade e não necessita de supervisão de seu líder. Assim, os liderados ficam livres para pôr seus projetos em prática, sendo delegado pelo líder liberal. Caracteriza-se pela total liberdade da equipe de vendas. O gerente pouco interfere nos negócios. As equipes tomam decisões e direcionam suas atividades. O gerente de vendas tem uma atitude bastante passiva. Os vendedores conhecem o ramo de negócios e o mercado. Este líder acha que seu principal trabalho é a manutenção do que já foi conseguido. Não dá ordens, não traça objetivos, não orienta os liderados, apenas deixa correr. É comum encontrarmos liderados inconformados com esta atitude.

A liderança liberal, muitas vezes, é exercida por pessoas que pretendem ausentar-se com freqüência do grupo. Não querem ter o trabalho de organizar, planejar e fiscalizar. Em muitos casos, foram eleitos porque ninguém queria o cargo ou então porque queriam apenas o título de líder não tendo a garra e a vontade de liderar. Neste tipo de liderança o grupo atingiu a maturidade e não mais precisa de supervisão extrema de seu líder, os liderados ficam livres para por seus projetos em prática sendo delegado pelo líder liberal. É o chamado "deixa como está para ver como é que fica".

05. Liderança Situacional:

Baseia-se no fato de que cada situação requer um tipo de liderança diferente, para se alcançar o melhor dos liderados. Um líder situacional deve ser versátil e flexível, sabendo adequar seu estilo, de acordo com a pessoa com quem trabalha e com a situação. Este líder utiliza o que há de melhor nas lideranças AUTOCRÁTICA, LIBERAL e DEMOCRÁTICA e aplica, dependendo do grupo que tem à mão e da circunstância.

O líder situacional pode escolher entre quatro tipos de ação:

a) Direção - Dá instruções específicas e supervisiona rigorosamente o cumprimento das tarefas. Esta ação é usada, principalmente, com pessoas inexperientes, mas de bom potencial para aprender.
b) Treinamento - O líder também dirige e supervisiona a realização das tarefas, mas solicita sugestões e explica suas decisões. Esta ação é utilizada com pessoas inexperientes, mas que perderam seu interesse inicial. Elas alcançaram algum desenvolvimento, mas precisam ter desafios de novas perspectivas. Seus progressos devem ser elogiados.

c) Apoio - O Líder ajuda e apóia os esforços dos liderados para cumprirem as tarefas, dividindo com eles as decisões. Esta ação é para ser utilizada com pessoas inexperientes, mas que apreciam um estilo mais participativo. Pessoas que gostam de serem ouvidas e apoiadas, mas que têm dificuldades em tomar decisões, necessitando, assim, do suporte do líder.

d) Delegação - O líder passa as responsabilidades de decisão aos liderados. Esta ação é apropriada para pessoas experientes, que sabem como se portar diante de crises e problemas, achando, por si mesmas, as soluções criativas.

Nas situações de liderança. o líder pode assumir diferentes padrões de liderança de acordo com a situação e para cada um dos membros da sua equipe. Para Lacombe os líderes influenciam as pessoas graças ao seu poder, que pode ser o poder legítimo, obtido com o exercício de um cargo, poder de referência, em função das qualidades e do carisma do líder e poder do saber, exercido graças aos conhecimentos que o líder detém.

Conclusão:

Como podemos verificar, todos os estilos possuem vantagens e desvantagens. Na liderança autocrática o líder centraliza totalmente a autoridade e as decisões. Os subordinados não têm nenhuma liberdade de escolha. O líder autocrático é dominador, emite ordens e espera obediência cega dos subordinados.

Os grupos submetidos à liderança autocrática apresentam maior volume de trabalho produzido, com evidentes sinais de tensão, frustração e agressividade. O líder é temido pelo grupo, que só trabalha quando ele está presente. A liderança autocrática enfatiza somente o líder.

Já em uma liderança liberal, o líder permite total liberdade para a tomada de decisões individuais ou em grupos, participando delas apenas quando solicitado pelo grupo. O comportamento do líder é evasivo e sem firmeza. Os grupos submetidos à liderança liberal não se saíram bem, nem quanto à qualidade do trabalho, com fortes sinais de individualismo, desagregação do grupo, insatisfação, agressividade e pouco respeito ao líder. O líder é ignorado pelo grupo. A liderança liberal enfatiza somente o grupo.

Na Liderança democrática, o líder é extremamente comunicativo, encoraja a participação das pessoas e se preocupa igualmente com o trabalho e com o grupo. O líder atua como um facilitador para orientar o grupo, ajudando nas definições dos problemas e nas soluções, coordenando as atividades e sugerindo idéias. Os grupos submetidos à liderança democrática apresentam boa quantidade de trabalho e qualidade surpreendentemente melhor acompanhada de um clima de satisfação, integração grupal, responsabilidade e comprometimento das pessoas.

Na prática, o administrador poderá utilizar os três estilos de liderança, de acordo com a tarefa a ser executada, as pessoas e a situação. O administrador tanto poderá mandar cumprir as ordens como sugerir aos colaboradores a realização de certas tarefas, ou ainda consultar antes de tomar decisão. O desafio está em saber como aplicar cada estilo, com quem e em que circunstância e tarefas a serem desenvolvidas.

Referências:

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: edição compacta. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. ISBN 85-352-0677-9.
LACOMBE, F.J.M.; Heilborn, G.L.J. Administração: princípios e tendências. 1.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
ISBN 85-02-03788-9. BOWDITCH, James L. & BUONO, Anthony F. Elementos de Comportamento Organizacional. Título Original "A Primer on Organization Behavior". 1992 - São Paulo - Editora Pioneira.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Líder Responsável

Normalmente as pessoas adoram o prestígio, status e o salário diferenciado de um cargo de destaque dentro de uma hierarquia seja ele de supervisão, gerência, coordenação ou direção de algum departamento ou de uma organização. Porém, algumas destas pessoas já não se saem tão bem ou até mesmo não tem a mesma adoração pelo cargo quando o assunto é a responsabilidade imbuída na função. Ou seja, querem ser vistos como chefes, respeitados como chefes, paparicados, adoram falar que são chefes, mas não querem ser cobrados pelas responsabilidades de um cargo de chefia.

Responsabilidade é a situação de um agente consciente e responsável com relação aos atos que ele pratica voluntariamente. Acontece que quando somos responsáveis por um departamento ou setor, somos também responsáveis pelos seus resultados positivos ou negativos.

Se dividirmos a palavra responsabilidade em duas partes poderíamos dizer que “responsabilidade é a habilidade de ser responsável”, e como toda habilidade ela pode ser desenvolvida e treinada.

Se você tem um cargo de chefia dentro de uma organização ou sonha em um dia ter uma empresa, um setor ou um departamento sobre sua responsabilidade, reflita sobre os seguintes tópicos:

1 – Quando você assume uma função de liderança, está também assumindo ser responsável por conseguir resultados positivos naquela função.

2 – Você poderá delegar uma determinada atividade a um de seus subordinados, porém a responsabilidade sobre os resultados continua sendo de quem delega. Não adianta querer culpar outras pessoas caso a tarefa não seja cumprida com eficácia, por isso verifique bem se delegou para a pessoa certa, e se deu explicações e subsídios suficientes para que ela cumpra a atividade com qualidade.
3 – Delegar não é “delargar”. Alguns chefes costumam querer se livrar de problemas e com isso adoram “largar a batata quente” nas mãos de seus subordinados. Lembre-se, a responsabilidade pelos resultados continua sendo sua.

4 – Sucesso é resultado! O líder é avaliado não só pelo seu desempenho individual, mas também pelo desempenho da equipe subordinada a ele. Treine, motive, capacite, dê e solicite feedback a seus subordinados. Coloque-se como um líder que desenvolve sua equipe para que ela aprenda a solucionar problemas.

As empresas esperam que seus gerentes e líderes saibam delegar objetivando desenvolver novas habilidades em sua equipe, além de realizar um trabalho mais estratégico e menos operacional, dedicando maior parte do tempo à resolução de problemas ligados aos negócios da empresa.

Assuma responsabilidades, delegue com qualidade e afine-se para o sucesso!

Fabiano Brum: Palestrante especialista em motivação, vem destacando-se em palestras, cursos e seminários pela maneira inteligente e criativa com que alia seu conhecimento musical aos temas de seus treinamentos.
E-mail: contato@fabianobrum.com.br - Site: www.fabianobrum.com.br
Fone: 44-99733832 – Maringá - PR