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terça-feira, 17 de abril de 2012

Gerente de Compras - Missão e Responsabilidades

Missão do cargo

Obter as melhores condições de compra para os produtos comercializados pela empresa, em termos de preço, qualidade e atendimento.

Responsabilidades

Planejar e supervisionar as atividades de compras dos produtos comercializados pela empresa, visando a manutenção do suprimento de um mix de produtos que atendam as necessidades dos clientes e os objetivos e políticas da empresa em termos de giro, margens de lucro e utilização de recursos financeiros.

Definir os parâmetros para as negociações ou negociar diretamente com fornecedores as bases e condições para o fornecimento, visando a aquisição de produtos com preços e condições competitivos.

Coordenar os processos de importação de mercadorias, desde a compra até o desembaraço aduaneiro final e recebimento dos produtos.

Administrar o cadastro de preços, participando da formulação dessa política, monitorando e utilizando o preço fixado pelas como subsídio para definição de preços no futuro.

Controlar o fluxo de compras, visando ao equilibro entre as contas a pagar e volume de vendas projetado.

Acompanhar o movimento de vendas de cada loja, analisando o seu desempenho conforme padrões estabelecidos, visando a ajustar o planejamento de compras às necessidades das lojas e/ou subsidiar outras decisões nas áreas operacional e de marketing/vendas.

Pesquisar novos produtos e colocá-los para comercialização, sempre considerando o perfil, preferências e necessidades do cliente de cada região, visando a atender necessidades de cada mercado específico e ampliar as vendas.

Fazer visitas técnicas a fornecedores atuais e futuros e desenvolver fontes alternativas de suprimento, visando a assegurar a continuidade de fornecimento dos produtos comercializados.

Avaliar fornecedores, oferecendo feedback específico, visando a melhorar o atendimento localizado e a adequação do atendimento à realidade da empresa.

Supervisionar o cadastramento de novos produtos, fazendo a seleção de produtos e fornecedores, visando a diversificar e melhorar o mix de produtos, acompanhando as tendências e necessidades do mercado, sempre em sintonia com as políticas da empresa na área de marketing/vendas.

Promover o treinamento dos compradores e orientar os gerentes das lojas, visando a obter as melhores condições de compra e otimizar o giro dos produtos, mantendo sempre a oferta de um mix de produtos que atenda as preferências e necessidades dos clientes.

Colaborar com as atividades de marketing da empresa, por meio da interação com a área operacional, analisando as pesquisas de mercado e ações dos concorrentes e identificando oportunidades para promoções, visando a contribuir para atingir os objetivos de vendas.

Acompanhar as especificações dos produtos comercializados, tanto as estabelecidas pelos fabricantes quanto por órgãos oficiais, visando a dar adequado suporte aos gerentes das lojas.

Buscar parcerias com fornecedores, conquistando patrocinadores para publicidade e eventos, visando à obtenção de benefícios mútuos.

Fonte: Promerito.com.br

Comprador - Missão e Responsabilidades

Olá Pessoal, o texto abaixo descreve a missão e responsabilidade de um comprador, achei muito bom, por isso resolvi compartilhar com vocês, caso queiram seguir esta carreira é de fundamental importância mergulhar no profundo conhecimento deste mercado. Valeu!


Missão do cargo

Assegurar o abastecimento dos insumos de produção e demais materiais utilizados pela empresa, ao menor preço possível, dentro dos padrões estabelecidos de prazo e qualidade dos produtos e serviços.

Responsabilidades

Pesquisar o mercado fornecedor de produtos e serviços, através de coleta de preços, visando identificar as melhores oportunidades de compras.

Negociar com os fornecedores, visando ao fechamento de compras dentro das melhores condições de preço, qualidade prazo de entrega.

Emitir os pedidos de compra e encaminhá-los aos fornecedores, fazendo o acompanhamento do processo de entrega e cumprimento final de todas as condições negociadas.

Pesquisar novos fornecedores de produtos e serviços diversos, visando desenvolver fontes alternativas de suprimentos.

Pesquisar produtos alternativos, conforme as possibilidades do processo produtivo, visando melhorar a qualidade do produto e reduzir custos de produção.

Fazer o acompanhamento dos pedidos, visando assegurar sua entrega no prazo estabelecido.

Acompanhar o processo de devolução de mercadorias entregues em desacordo com o pedido.

Atualizar as tabelas de preços de mercadorias com os fornecedores e repassando internamente a informação aos setores envolvidos.

Realizar visitas às fábricas e/ou depósitos dos fornecedores, para atualização técnica em relação aos produtos comprados.

Verificar qualidade e idoneidade do fabricante do produto a ser adquirido.

Preparar e analisar mapas de concorrências com propostas de fornecedores.

Cadastrar novos fornecedores para consultas e cotações, conforme necessário.

Fonte: Promerito.com.br

domingo, 17 de abril de 2011

Que tipo de Líder Você está sendo?

Tipos curiosos de líderes: ruins e bons


Autor: silvio broxado




Tipos curiosos de líderes: ruins e bons



Depois de ler diversos livros sobre liderança, de ter convivido e de ter sido chefe, relacionei "tipos"interessantes que encontrei por aí. Agora, faça-me um favor, envie para todo mundo que é ou tenha um chefe fugando no cangote"de sua vida organizacional. Os perfis curiosos são tanto para os tipos ruins como para os bons.



CURIOSIDADES:



1. TIPOS POPULARES DE LÍDERES RUINS:



1.1 – Líder "Bonzinho" - Aceita tudo, não sabe dizer não;



1.2 – Líder "Tatu" - No conflito, o bicho se esconde num buraco;



1.3 – Líder "Tá raso, tá fundo" - Antes de chegar na sua sala, é preciso perguntar a secretária: Como está o "homem" hoje?



1.4 – Líder "Salada Tropical" - Só vive estressado, resolvendo pepino, cortando abacaxi, descascando batata quente sem tempo para ninguém, e mal humorado com o mundo;



1.5 – Líder "Bossal" - Fala emproado, mostra sua necessidade de impor-se socialmente, com sua locução arrogante;



1.6– Líder "Não é comigo" - Nunca se compromete, nunca tem tempo para as pessoas, colegas e clientes, sempre coloca culpa no sistema, no outro ou no patrão ou subordinado;



1.7 – Líder "Bala que matou Kennedy" - Sempre é ele o solucionador, nunca reconhece que houve um trabalho em equipe, ou que foi um subordinado que achou a solução;



1.8 – Líder "Barra de saia" - Nunca sabe nada, está sempre desatualizado, sem respostas, sem posições atuais, precisando sempre estar preso a barra das saias dos colaboradores para responder os questionamentos;



1.9 – Líder "Robocop" - Não sorrir, não sente dor, não sente frio, não se emociona, não canta parabéns para os colegas, não dá caronas, não vai às dinâmicas de grupo e treinamentos de desenvolvimento pessoal, e confraternizações promovidas pela empresa, não comenta sua vida pessoal, não brinca e nem conta piadas, não respira a cultura da empresa. Acha mais interessante ler sobre tecnologia e/ou produto.



2. TIPOS POPULARES DE LÍDERES BONS:



2.1 – Líder "Legendário" - Fez no passado a diferença, faz no presente como ninguém e se motiva e impulsiona para o futuro;



2.2 – Líder "Na paz, no caos e na complexidade" – Não interessa as condições atuais tem de haver uma ação, e todos recorrem a ele nos momentos de crise aguda;



2.3 – Líder "Agressivo" - Enfrenta conflitos, rejeições, hostilidades e dúvidas sobre sua competência e honestidade, agregando, ainda mais, gente ao seu padrão;



2.4 – Líder "Produto e Pessoa" - Tipo de líder que é 50% produto e 50% pessoa;



2.5 – Líder "Participativo" - Está presente em tudo que a empresa desenvolve e faz, para todos os níveis hierárquicos;



2.6 – Líder "Promovedor do Poder" - Líder que indica o percurso, e orienta comocaminhar ao lado de um grupo coeso";



2.7 – "Líder "Total" - Tem visão de futuro, organiza, motiva, gera bom clima, revigora a cultura da empresa, comunica, apresenta resultados, define papeis, delega, reconhece o mérito e cobra.



Para finalizar, ...ou melhor, para RECOMEÇAR:Que tipo de Liderança você quer SER a partir de hoje?


Perfil do Autor


Silvio Broxado – Consultor e conferencista em Liderança, Planejamento Estratégico, Vendas, Motivação e Gestão Pública. http://www.novagestaopublica.com.br/

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Como convencer sua equipe da importância dos treinamentos profissionais

O artigo abaixo é de Eugênio Sales Queiroz para do site: RH.com.br
Sempre que um gerente, supervisor ou mesmo o diretor de uma empresa convoca os funcionários para participarem de um dia ou mesmo um fim de semana de treinamento, a "boca miúda" se escuta nas paredes, não tão surdas da empresa: "De novo", "Treinamento é tudo a mesma coisa", "Não aguento mais aquele falatório que precisamos melhorar nisso, naquilo outro etc.".

Esses comentários, muitas vezes, acontecem, porque os eventos promovidos pela empresa não se modernizaram, ou seja, reúnem-se todos os funcionários num auditório e alguém fica lá na frente passando um discurso monótono, o que deixa todos exaustos e irritados.

E como mudar esse comportamento por parte dos seus liderados? Existem meios para que esses encontros possam ser mais motivadores?

Aqui vão algumas dicas simples, porém objetivas, para que no próximo treinamento que sua empresa for promover, a atenção de todos os participantes seja conquistada:

1. Leve os treinamentos da sua empresa a sério. Para isso, organize tudo com antecedência, pense em todos os detalhes possíveis como: local, temperatura ambiente, material a ser usado, tipo de lanche a ser servido etc.

2. Elabore um super comunicado de convocação, algo menos informal. Você pode iniciar o convite da seguinte forma: "Neste sábado, nossa empresa convida a todos para um encontro super especial, onde sua presença fará toda a diferença".

3. No dia do evento receba na porta todos os funcionários com um aperto de mão e um sorriso de boas-vindas. Essa sua atitude estará valorizando cada membro da sua equipe.

4. A abertura precisa ser a mais descontraída possível. Pode ser com música dançante com uma pequena ginástica para alegrar a todos.

5. O uso do data-show é importante para dar uma sequência lógica ao que está sendo explanado.

6. Programe paradas regulares para lanches rápidos e cafezinho.

7. Limite o tempo de cada um que for falar para não ficar um encontro chato e enfadonho.

8. E uma dica de ouro: reserve um tempo para ouvir os participantes. Com absoluta certeza eles desejam ser ouvidos também.

9. Por último, se possível for, termine com uma oração ecumênica e providencie uma música alegre para que todos possam abraçar-se no final do "animado" e importante encontro. O que sua empresa pode ganhar promovendo encontros regulares seguindo as orientações citadas:


- Os funcionários começarão a interagir melhor nestes encontros.

- A monotonia não terá mais vez. Sendo assim, os treinamentos terão uma maior chance de sucesso.

- As informações serão bem mais aceitas e posteriormente colocadas em prática.

- Você estará motivando e valorizando sua equipe de trabalho, que com o tempo passará a usar melhor o espírito empreendedor da sua liderança.

sábado, 17 de abril de 2010

Por Que Líderes e Empresas Quebram?

As empresas quebram porque perdem os seus diferenciais competitivos, não inovam, não criam novos produtos ou serviços, param no tempo, não acompanham as mudanças na velocidade exigida pelo mercado.
Muitas fecham suas portas porque se preocupam mais em vender e esquecem que a essência da administração é a rentabilidade.
A grande maioria das pessoas parou de sonhar. Inclui-se aí muitos empresários e colaboradores. Não se preocupam em aprender mais, se desenvolver.
Mas também existem pessoas e empresas que se transformam em diamantes, se diferenciam das outras, são mais felizes e motivadas e resultados no trabalho é apenas conseqüência de sua forma de pensar e viver.
Nenhuma empresa contrata alguém desmotivado. Todos querem vibração. Um produto inédito, serviços complementares, algo incrível!!
Quem chega à frente é de vanguarda. Quem corre atrás, cansa e não alcança. Se eu conseguir largar um pouco na frente dos outros, eu ganho a corrida, isto é, ganho o mercado.
E para correr esse milímetro você tem que se preparar três vezes mais que a concorrência.
O sucesso hoje é 40% técnica e 60% emoção. Tenho feito várias palestras em feirões da GM e percebo que existem algumas concessionárias que praticam um verdadeiro pós-venda.
Comprei meu primeiro carro há 30 anos e até hoje muito poucos me ligaram perguntando se estava feliz. E aqueles que assim procederam negociaram pelo menos mais uma vez comigo.
A empresa que quer ser líder tem que ser um dos primeiros nomes na cabeça do consumidor. Algo como a marca mais famosa de refrigerante ou cerveja que primeiro vêm à mente.
Somente com uma marca forte se consegue fugir da guerra de preços porque nesta toada, entre mortos e feridos nunca há um vencedor!
Nas empresas brasileiras, de uma forma geral, quase 80% das pessoas pedem demissão de seu chefe e não de seu emprego. Veja aí a importância dos relacionamentos internos, do clima que sustenta o ambiente tanto quanto a competição.
Para ficar, as pessoas precisam admirar o líder, gostar do líder e respeitar o líder. O grande desafio é conseguir fazer com que as pessoas trabalhem querendo experimentar o seu melhor.
Uma coisa que cada gestor poderia fazer é uma pesquisa anônima com os funcionários para verificar se eles são felizes. É muito simples e não custa nada.
Os grandes desafios desta liderança de sucesso é certamente inspirar pessoas e em seguida direcionar toda equipe para o encantamento do cliente. Isso sem perder o foco em resultados, afinal é o cliente quem paga as nossas contas.
Já me aconteceu de entrar numa empresa comercial e ficar com a sensação de ter que pedir desculpas por ter entrado ali. Algo como, eu não sabia que como cliente havia entrado para atrapalhar a vida daquelas pessoas. E minha intenção era unicamente comprar... Escolhi por alguma razão aquele local.
O maior desafio é colocar emoção no que faz. Um líder verdadeiro tem uma causa... A equipe é a cara do líder. É importante mostrar a equipe que saber e não fazer é ainda não saber com uma dose piorada de quem não tem atitude.
Infelizmente muitas empresas possuem tecnologia, prédios bonitos, veículos do ano, computadores de última geração com tela plana, softwares avançados e até projetos de algum sobrinho do Oscar Niemeyer... Mas não acreditam em gente. Não acreditam que treinar faz a diferença e é peça fundamental para o sucesso.
Mesmo que dependa de cada empresa, é bom separar as coisas, isto é, a linha invisível que separa amizade da razão. Um líder não comanda amigos, estes ele os têm para informalidades, desabafos de seus problemas, aspirações... Separa-se aí o mundo real da ilha de fantasia.
Empresas quebram porque erram, tornam-se distantes das pessoas. Possuem chefes que quase nunca elogiam porque acham que as pessoas não fazem mais do que suas obrigações. Diversas pessoas preferem o risco de ficarem desempregadas a viverem ao lado de gente com esse perfil.
Uma empresa não quebra hoje, quebra cinco anos antes. Conselho para o sucesso: Não caia na maior doença do mercado, doença letal, a síndrome dos comuns.
O sagrado segredo dos vencedores é ver o que todo mundo vê... Mas enxergar diferente!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina - Palestrante de Sucesso

domingo, 14 de junho de 2009

A importância de saber lidar com pessoas


As organizações para terem sucesso na era em que estamos além de outros requisitos, tem que ter gerentes que saibam lidar com pessoas, aproveitando assim a máxima produtividade desses indivíduos, fazendo com que eles tenham prazer no trabalho, e não que trabalhem somente pôr necessidade, fazendo assim só o necessário. Por isso é muito bom que administradores saibam como motivar.

O conhecimento das forças motivacionais ajuda os administradores a compreenderem as atitudes de cada empregado no trabalho. (NEWSTROM & DAVIS, 1998:48)

Motivar colaboradores é tarefa muito difícil, pois às vezes com uma ação você pode motivar uma pessoa e desmotivar outras; às vezes dando uma promoção a um funcionário, você pode acabar com as idéias do companheiro de função, deixando um motivado e alegre, trabalhando com vontade e outro com vontade de sair da empresa.

Pôr experiência própria, podemos perceber que em um ambiente de um setor, quando há uma vaga pleiteada pelos funcionários do mesmo, o desempenho do grupo aumenta com todos querendo mostrar serviço, quando um deles é promovido ao cargo, os outros ficam frustrados, e vem aquele pensamento: "só daqui dez anos outra oportunidade dessas". Acreditamos que num ambiente cheio de oportunidades e amizade entre os companheiros essa frustração pode diminuir, ou pode até ser uma motivação para todos.

Numa analise em nossos próprios ambientes de trabalho pudemos perceber que às vezes só um elogio ou um muito obrigado do superior pode fazer diferença, mas dependendo do nível de insatisfação do empregado ouvimos "elogios não alimentam meus filhos". Então motivar, sabendo que o sentimento humano é muito complexo, e dependendo da cultura organizacional criada, pode ser muito complicado, envolvendo vários detalhes.

Cada indivíduo se sente motivado de um jeito diferente, dependendo de como foi criado, do ambiente cultural em que vive e do jeito que encara sua vida. Podemos perceber que algumas pessoas ficam satisfeitas com alguma coisa que outra pessoa nem ligaria. Cada indivíduo tem seu próprio sistema de valor. Daí a importância de saber lidar com pessoas. Amarildo Nunes - Administrador de Empresas

domingo, 24 de maio de 2009

A gestão voltada para eficácia

O texto a seguir é de Peter Drucker considerado o "Pai" da Administração:

Não pretendo apresentar, aqui, toda uma "teoria econômica da ciência da gestão", pois não possuo uma. Minha intenção não é, muito menos, oferecer uma fórmula mágica, uma "lista de tarefas" ou um "procedimento" que faça o serviço pelo gerente. Cabe a ele tal trabalho - trabalho duro, exigente, cheio de riscos. E, embora haja por aí muita máquina para reduzir o esforço, ainda não inventaram uma máquina que dispense o trabalho - e muito menos o raciocínio.


Mas digo, sim, que sabemos organizar o trabalho de administrar com vista à eficácia econômica e como fazê-lo com objetivos e resultados. A resposta às três principais questões (...) é conhecida, e está aí há tanto tempo que já não deveria causar surpresa a ninguém.


1. Qual a função do gerente? Canalizar recursos e iniciativas da empresa para oportunidades que prometam resultados economicamente consideráveis. Soa banal - e é. Mas qualquer análise que já vi ou fiz sobre a alocação real de recursos e energia em uma empresa nitidamente mostrava que o grosso do tempo, do trabalho, da atenção e do dinheiro vai, primeiro, para "problemas", e não para oportunidades, e, segundo, para áreas nas quais até um desempenho espetacular terá impacto mínimo sobre os resultados.


2. Qual o principal problema? É, basicamente, a confusão entre eficácia e eficiência - entre fazer a coisa certa e fazer certo as coisas. É difícil achar algo tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que simplesmente não deveria ser feito. Entretanto, nossas ferramentas - sobretudo conceitos contábeis e dados - são todas voltadas à eficiência. O que precisamos é de um jeito de identificar áreas de eficácia (de possíveis resultados relevantes) e de um método para nos concentrarmos nelas.


3. Qual o princípio? Isso, também, muita gente sabe - ao menos como proposta geral. A empreitada comercial não é um fenômeno da natureza, mas da sociedade. Em uma situação social, contudo, os fatos não ocorrem segundo a "distribuição normal" de um universo natural (ou seja, não são distribuídos segundo a curva gaussiana). Em uma situação social um pequeno número de acontecimentos - de 10% a 20%, no máximo - responde por 90% de todos os resultados, enquanto a grande maioria responde por 10% ou menos dos resultados.


É o que se vê no comércio. Entre milhares de clientes, um punhado gera o grosso dos pedidos; entre centenas de produtos, um punhado gera o grosso do volume - e assim por diante. É o que se vê no mercado, no uso final, em canais de distribuição. E é o que se vê nas vendas: entre centenas de vendedores, um punhado sempre gera dois terços ou mais de todos os negócios novos. É o que se vê na fábrica, onde poucos lotes respondem pelo grosso do volume produzido. E na pesquisa - onde, em geral, um punhado de sujeitos no laboratório produz todas as inovações importantes.


Isso é parte do último e do mais crucial requisito (...): a coragem de não arredar pé de uma decisão lógica, apesar de todos os pedidos para que esse ou aquele produto recebam outra chance, e apesar de álibis específicos como o da contabilidade - "isso absorve o custo fixo" - ou o da gerência de vendas - "precisamos de uma linha de produtos completa" (claro que nem sempre um álibi desses é infundado, mas o ônus da prova é de quem o apresenta). Infelizmente, não conheço nenhum procedimento ou guia básico para a coragem na gestão.


O que esbocei neste artigo é o verdadeiro trabalho do gestor. Como tal, exige que ele ataque o problema de elevar a eficácia da empresa sistematicamente - com um plano de ação, com um método de análise e com uma compreensão das ferramentas necessárias.


E, embora o trabalho a ser feito possa parecer diferente em cada empresa, uma verdade básica estará sempre presente: todo produto e toda atividade de uma empresa começam a envelhecer assim que são criados. Todo produto, toda operação e toda atividade de uma empresa deveriam, portanto, ser submetidos a um teste a cada dois ou três anos. Deveriam ser examinados da mesma forma que examinamos uma proposta para lançar um novo produto, uma nova operação, uma nova atividade - com orçamento, pedido de alocação de verbas e por aí vai. Para cada um, é preciso indagar: "Se já não estivéssemos nessa área, entraríamos nela agora?" E, se a resposta for "não", a questão seguinte deveria ser: "Como sair disso, e com que rapidez?"

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Gestão de Pessoas no Processo de Mudanças

Muitos líderes, prestes a iniciar um processo de mudança, sabem que as pessoas são fundamentais. Obviamente, eles também são tentados a se fixar mais em planos e processos, que não retrucam e não têm reações emocionais, do que enfrentar questões extremamente difíceis e complexas, inerentes aos seres humanos. Contudo, os números não mentem: 5% dos resultados das mudanças vêm das máquinas; 15% dos programas e 80% das pessoas.

Então, aqui temos 5 passos que vão ajudá-lo a melhorar a gestão de pessoas e processos, considerando que os processos são resultado direto do comportamento das pessoas:

1. Estimule a autoconfiança
Mostre que o crescimento pessoal e profissional e a sobrevivência estão diretamente relacionados à capacidade do indivíduo de se adaptar ao novo e de, principalmente, ser um agente de mudanças.

2. Satisfaça necessidades, e não vontades
Invista grande parte do seu tempo conversando com as pessoas sobre a necessidade de mudar.

3. Forneça aos liderados o que eles precisam, e não o que eles querem
Explique o que precisa ser modificado para que entendam a sua participação em todo o processo de mudanças e o que terão de fazer para conservar seus empregos.

4. Sirva-os, em vez de querer que eles o sirvam
Em todos os processos é importante ficar claro que o líder está junto com a equipe, para deixá-los trabalhar, e isso inclui facilitar tudo o que estiver ao seu alcance para aumentar a velocidade da execução. Servir a equipe e mostrar que este é o seu papel faz uma diferença enorme nos resultados.

5. Certifique-se de que as razões das mudanças são transparentes para todos
Acima de tudo
, é importante fazê-los entender que mudar pode ser fascinante e pode trazer muito mais oportunidades do que imaginam. Mas, você só poderá descobrir isso, quem experimentar!

A mudança e o aprendizado serão novos companheiros contínuos em nossas vidas. É preciso não só aceitá-los, mas recebê-los bem. Isso pode fazer uma grande diferença para você chegar ao sucesso que tanto almeja. Afinal, “o que quer que o fez ter sucesso no passado não o fará ter sucesso no futuro”. Pense nisso e mude, antes que alguém faça isso por você!

Fonte: Alessandra Assad - www.administradores.com.br/artgos

sábado, 25 de abril de 2009

Como Praticar a Gestão de Pessoas no dia-a-dia




Olá pessoal!!!

Segue abaixo algumas dicas de como praticar a gestão de pessoas no dia-a-dia:

Organize as tarefas, definindo quem faz o que, que função é responsabilidade de quem, mesmo que ocorra acúmulo de funções;

Converse com sua equipe, ouça sugestões;

Não grite com os colaboradores na frente de outras pessoas, e muito menos na frente de clientes;
Promova rápidas reuniões para troca de idéias a respeito do atendimento e das características dos produtos;

Reconheça um bom trabalho, agradeça ao seu autor e o elogie quando possível;

Avalie o desempenho das pessoas e ofereça alternativas de desenvolvimento (promova cursos, palestras. Muitas vezes, uma simples conversa pode resolver um problema aparentemente difícil);

Lembre-se que você está num ambiente profissional e que sua postura como líder será espelhada, em boa parte, na equipe. Não favoreça alguém em detrimento de outros;

Considere prioritário o desenvolvimento de sua equipe.

Gestão de Pessoas: Faça Você Também!

São muitas as responsabilidades que cabem a quem tem ou gerencia um comércio. Comprar, vender, entregar, estocar, atender, trocar, pagar, cobrar, entre outras tantas ações necessárias para o bom desenvolvimento de um negócio.

Por mais óbvio que isso pareça observe com atenção como todas essas tarefas têm necessidade de uma ação humana para se concretizarem. Alguém tem de comprar, alguém tem de vender, alguém tem de entregar, e assim por diante.

Você já pensou na importância desse “alguém”?

Esse “alguém” é cada uma das pessoas que trabalham na empresa, e todas elas constituem os chamados colaboradores, que incluem os donos ou gerentes, os quais também colaboram para o sucesso do negócio.

É óbvio que as pessoas são importantes para as empresas, porém, mais do que isso, elas são indispensáveis. Quando as pessoas passam a trabalhar numa determinada empresa, começa uma relação de troca, que não envolve apenas trabalho e salário, mas também energia e satisfação.

Com que energia e satisfação seus colaboradores trabalham? Com boa vontade ou cara feia? Com que energia e satisfação você se relaciona com os demais colaboradores? Como um todo-poderoso, sabe-tudo ou com disposição para trabalhar em equipe?

Se as pessoas são importantes e necessárias e se estabelecem essa relação de troca de energias e satisfação com a empresa, é preciso gerenciar essa relação de trabalho. Quando falamos em gestão de pessoas, não queremos dizer com isso que é preciso gerenciar as pessoas como se elas fossem marionetes ou fantoches, pois essa maneira de ver não traz bons resultados. O que enfatizamos é a possibilidade e a necessidade de você gerenciar suas relações de trabalho, tendo em mente que a troca de energias gera satisfação no ambiente de trabalho.

É possível que você imagine que Gestão de Pessoas seja assunto que só interessa a grandes redes de supermercados. Se é assim que você pensa, eu me antecipo em dizer que errou.
Não importa o número de pessoas que forma a sua equipe de trabalho, você e mais alguém, você e a família, três pessoas, cinco, vinte. Em qualquer situação, é possível desenvolver o processo de Gestão de Pessoas para se alcançar melhores resultados no comércio.

Quando o cliente entra para ser atendido, ele deve sempre encontrar os produtos, as prateleiras, a estrutura do seu comércio, os cartazes de promoções e de lançamentos e, sobretudo, as pessoas que o atenderão, você e sua equipe.

Como você se preocupa em comprar bem para vender bem, é igualmente importante pensar nas pessoas da sua equipe de trabalho. A questão é que não compramos pessoas. Com as pessoas, nós convivemos. O principal alerta é este: Pense em como você se relaciona com sua equipe, e em como influencia o trabalho em sua equipe.

Como é o seu “Bom Dia”? Com que freqüência você agradece aos seus colaboradores por alguma ajuda ou elogia um serviço bem feito? Quando foi a última vez que você parou para perguntar como está o serviço e se alguém tem alguma idéia para melhorar as vendas no comércio? Viu só? Com atitudes simples, que certamente você já faz ou pode fazer, você estará aplicando a Gestão de Pessoas em seu comércio.

O princípio básico que você precisa adotar para conseguir uma Gestão de Pessoas eficaz consiste em realizá-la com foco na equipe, mas com disposição para fazer com que cada colaborador, inclusive você mesmo, se desenvolva.

Fonte: Revista Abastecimento – Consultora Elimara Clélia

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Conceitos de Missão, Visão e Valores


Muito se tem falado a respeito de Visão, Missão e Valores, mas afinal para que servem?
Como redigir cada um desses componentes? Há algum critério?
Estas são perguntas para as quais daremos nossas respostas, sob a ótica da nossa visão, abaixo.

Missão

A missão deve responder o que a empresa ou a organização se propõe a fazer, e para quem. O enunciado da missão é uma declaração concisa do propósito e das responsabilidades da sua empresa perante os seus clientes:

- Por que a empresa existe?
- O que a empresa faz?
- Para quem?

O propósito é algo com muito mais significado do que a simples descrição do que é feito internamente; a missão retrata a verdade de que o resultado da empresa é maior do que a soma das partes do que é feito.

Visão

O enunciado da visão é a descrição do futuro desejado para a empresa. Esse enunciado reflete o alvo a ser procurado:

- pelos esforços individuais;
- pelos esforços das equipes e
- pela alocação dos recursos.

O enunciado da visão deve conter tanto a aspiração, como a inspiração. A aspiração de tornar-se "algo", e a inspiração porque esse "algo" deve merecer e valer a pena ser concretizado, deve-se sentir orgulho em participar da construção dessa visão. Ou seja, deve ter luz suficiente (inspiração) para apontar o caminho que leva à concretização da aspiração.

A visão precisa ser prática, realista e visível (nós não alcançamos aquilo que nós não vemos), pois não passará de uma mera alucinação, se ela sugerir ou propor resultados inatingíveis.
Visão, também não tem nada a ver com projetos ou sistemas, que devem, ou se sonha ver implantados, a visão não deve apontar quaisquer "comos", ou declarações de intenções ou ainda de boa vontade; mas sim, o perfil que a empresa deve se tornar quando toda a boa vontade, intenções e projetos, que se tem na cabeça e no coração, passarem pelas mãos para se tornarem realidade.

Além dos aspectos de aspiração e inspiração, de ser prática, realista e visível deve facilitar a resposta às seguintes perguntas:

- No que a empresa quer se tornar?
- Qual a direção é apontada?
- Onde nós estaremos?
- O que a empresa será?
- Em que direção eu devo apontar meus esforços?
- Eu estou ajudando a construir o que?
- Os recursos investidos estão levando a empresa para onde?

Valores

São princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões de todas e quaisquer pessoas, que no exercício das suas responsabilidades, e na busca dos seus objetivos, estejam executando a Missão, na direção da Visão.

Os valores também podem ser vistos como um conjunto de crenças, ou princípios, que:

- Definem e facilitam a participação das pessoas no desenvolvimento da Missão, Visão e dos próprios Valores;
- Definem e facilitam a articulação da Missão, Visão e Valores;
- Facilitam no comprometimento entre os empregados;
- Facilitam o comprometimento dos empregados com o mercado, e
- Facilitam o comprometimento dos empregados com a comunidade e a sociedade.

O enunciado de cada valor deve ser curto. Os valores são inegociáveis, e os mais perenes de uma empresa.

O conjunto de valores deve definir a regra do jogo, em termos de comportamentos e atitudes, devendo conter um subconjunto das respostas às perguntas abaixo:

- Como os empregados devem se portar, individualmente?
- Como os empregados se relacionam entre si?
- Como os empregados se relacionam com os clientes?
- Como a empresa trata seus clientes?
- Como a empresa faz negócios?
- Como nos relacionamos com a comunidade?
- Qual a nossa responsabilidade frente à sociedade?
- Que valores, crenças ou princípios são importantes para a empresa?

Resumidamente, os valores:

- Definem as regras básicas que norteiam os comportamentos e atitudes de todos empregados.
- São as regras do jogo para que, executando a Missão, alcancemos a Visão.
- São o suporte, o estofo moral e ético da empresa.

E finalmente, mas não finalizando: a construção de um conjunto de Missão, Visão e Valores, só é útil se a prática do dia a dia, do presidente ao porteiro, mostra e demonstra ser esse o conjunto de regras que regem a conduta do pessoal da sua empresa.

Caso contrário, é pura perda de tempo, pois se o que se diz e o que se prega, é diferente do que se faz; a Missão, a Visão e os Valores tornam-se somente um apanhado de letras, caindo no vazio da rotina.

Por fim, o conjunto Missão, Visão e Valores serve também para facilitar e promover a convergência dos esforços humanos, materiais e financeiros.

quinta-feira, 26 de março de 2009

A Base Do Profissional De Vendas

Por: Claudinei Costa

Todo profissional desenvolve sua atividade buscando atingir e superar suas metas. Necessariamente, é preciso se preparar para enfrentar o mercado, altamente competitivo.

O profissional precisa de velocidade para estar sempre um passo a frente, visão para enxergar as oportunidades, ser polivalente para atuar em várias funções e capacidade de realização para saber o que fazer e que atitude tomar para que seu negócio prospere.

E na sociedade do conhecimento, há a necessidade de ser um expert, e para isso é necessário leitura, treinamento e campo.

Leitura

É o ato de ler, ver e estudar. O profissional de vendas, um campeão realmente, precisará ler, seguida e permanentemente, artigos e livros sobre vendas, marketing, administração e gerenciamento de vendas, psicologia aplicada a vendas, ferramentas de apoio a vendas, economia, livros de auto-ajuda, etc.

Na verdade, O Profissional deve ter a humildade de aprender a todo instante, principalmente na área de vendas, mesmo sendo uma das profissões mais antigas do mundo, não possui curso de nível superior e precisa acompanhar as mudanças para sobreviver neste mercado exigente e competitivo.

Leia, estude, busque o conhecimento para estar atualizado e preparado para estar no mundo das vendas.

Treinamento

Treinar é muito mais do que aprender algo em um curso, por meio dos métodos tradicionais. É também incorporar o conhecimento e desenvolver habilidades. "É preciso que os conhecimentos transformem-se em atitudes" (Shinyashiki).

O treinamento faz com que seu desempenho pessoal melhore e eleve o seu grau de motivação para ir em busca das metas.

O treinamento é um processo contínuo. O Profissional deve participar constantemente de cursos de vendas, palestras ligadas ao ramo da atividade. Precisa ter a consciência de que o que "gastar" com treinamento jamais será gasto e sim o melhor de todos os investimentos.

E nós aprendemos de duas formas:

Por impacto: algo que nos marca profundamente, como por exemplo, um acidente.

Por repetição: treinar, repetir quantas vezes for necessário até que o conhecimento faça parte de nós.
Na área de vendas aprendemos por repetição. Treine tanto quanto for necessário para gravar, automatizar. Depois treine o máximo para aperfeiçoar.

É como na história de Pedro, um ótimo lenhador que chegou a uma serraria procurando emprego. O capataz deu-lhe um dia para que ele mostrasse as suas habilidades.

Pedro surpreendeu o capataz, pois era capaz de derrubar dez árvores enquanto o normal era abater duas por dia. O melhor lenhador derrubava quatro.

Diante disso, Pedro foi alvo de comentários por parte de todos, pois era o melhor lenhador que se conhecia. Foi um verdadeiro sucesso. Porém, depois de algum tempo, sua produção baixou até que passou a ser o pior de todos os lenhadores.

O que estaria acontecendo? O capataz preocupado, procurando saber o que estava havendo, chamou Pedro e disse:

- No dia em que você chegou aqui derrubou dez árvores, sem demonstrar cansaço e assim continuou por algum tempo. Mas ultimamente o vejo abatido e esgotado, sua produção foi caindo e você tem derrubado apenas uma árvore por dia. O que houve?

- Não sei, respondeu Pedro. Estou trabalhando como nunca trabalhei antes: tenho me esforçado três vezes mais, sou o primeiro a ir para a mata e o último a voltar!

O capataz pensou um pouco e perguntou a Pedro:

- Pedro, nesse tempo que está aqui, quantas vezes você amolou o machado?

E Pedro, um pouco atrapalhado, respondeu:

- Nenhuma, não tive tempo.

E o nosso machado, como anda? Bem, já deu para perceber que nessa história o machado representa nossa experiência, vivência, potencialidade, esforço e conhecimento.

Podemos ser muito ricos dessas qualidades todas, porém, se elas não forem constantemente aprimoradas, o fio do machado começa a ficar obsoleto e inadequado. E como mantemos o fio do machado afiado?

É claro, amolando-o constantemente! Ou seja, ficando sempre aberto para novos conhecimentos ou até rever e reformular o que já sabemos. É preciso ter consciência de que quanto mais se aprende, menos se sabe e que, para manter o sucesso, é necessário construir e reconstruir conhecimentos, inovar sempre.

Campo

A experiência é a melhor das professoras. Depois de ler e treinar, é hora de por em prática o conhecimento recebido. O Profissional precisa traçar o cronograma de visitas diárias e ter disciplina e consistência. "Enquanto você não estiver disposto a este esforço e atender a essas exigências da profissão, você será apenas um passeador de pasta (só consegue fazer negócio se tiver o menor preço ou o maior prazo) ou um tirador de pedidos ( se houver uma campanha com 10% de desconto todos os pedidos terão 10%, não vem nenhum com 9% ou ainda se tiver 30 dias de prazo não vem nenhum com 29, todos terão 30). Em todas as profissões é necessário atender a uma série de exigências. Por que seria diferente com vendas? Para ser médico, professor, dentista, engenheiro há a absoluta necessidade de estudar a vida inteira e investir em si mesmo a vida toda e para ser vendedor, não?" ( Eduardo Botelho)

No mundo das Vendas, é imprescindível para se alcançar o sucesso, "cursar" as disciplinas leitura, treinamento e campo.

Leitura, treinamento e campo. É hora de fazer acontecer!

Perfil o autor:

Claudinei Costa -
Consultor e Palestrante
http://www.claudineicosta.com/

Fonte Artigos - Artigonal.com