quinta-feira, 14 de abril de 2011
10 Dicas para se tornar um Empreendedor!
sábado, 8 de janeiro de 2011
Pequenos Hoje...Grandes Amanhã!
O dinheiro não acaba, apenas muda de mão". Gilclér Regina
Pequenos Hoje... GRANDES Amanhã!
Na vida são muitas as histórias de pequenos que venceram grandes, como a história do pequeno Davi que derrotou o gigante Golias e tornou-se Rei.
Em todas as histórias dos pequenos que se tornaram grandes estão inseridas pessoas com coragem, que trabalharam com motivação, atitude, persistência, bom humor e criatividade. Pessoas e empresas que encararam os desafios de frente.
Muitos dos grandes grupos de hoje foram um dia pequenos, sem recursos. (motivação)
O exemplo citado aqui hoje é o Bradesco, um dos maiores bancos privados do país, senão o maior, hoje uma sólida instituição que emprega mais de 80 mil pessoas, avaliada em R$ 100 bilhões. (persistência).
Mas houve um tempo em que foi um negócio pequeno, insignificante, sem crédito. Eu penso até que muitos dos novos funcionários hoje nem acreditam que um dia o banco foi uma casa de crédito muito pequena.
Nos anos 1940, o próprio fundador, Amador Aguiar, se divertia com isso. (bom humor).
Para quem perguntava qual o significado do nome Bradesco ele respondia: "Banco Brasileiro dos Dez Contos, se há"... E soltava gargalhadas. (em tempo, a moeda da época era chamada Contos de Réis).
A história do Bradesco e de tantas outras organizações que ficaram milionárias são de pessoas que aprenderam a trabalhar os desafios extraordinários que proporcionam pessoas extraordinárias. Aprenderam que o novo não está somente nos ingredientes, está na forma como são misturados.
Nunca na vida se é pequeno demais que não possa crescer ou grande demais que não possa melhorar! Nunca se é grande demais que não possa aprender ou pequeno demais que não possa ensinar.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina
sábado, 17 de julho de 2010
O Futuro do Emprego e o Emprego do Futuro
Houve uma época em que o homem imaginava o futuro como algo brilhante. Não só no sentido de uma vida melhor, afinal todos nós trabalhamos para isso, mas porque tudo tinha brilho. Roupas, carros, móveis, espaçonaves. Predominava o material prata e seus reflexos. Basta assistir os filmes de algumas décadas, de Perdidos no espaço, passando por 2001 até o E.T. Todos têm algo reluzente.
Imaginava o homem receber seu jornal, em sua cadeira de leitura, da boca de um robô-cão. Hoje, a realidade, é que pode lê-lo na internet ou recebê-lo do velho Totó, que o trás envolto em baba.
A mulher teria robôs limpando a casa para que pudesse preservar a juventude e elegância. Esses robôs não só não estão a venda como sua jornada aumentou.
Carros? Ah, os carros! Seriam como dos Jetsons. Hoje, os temos com alguns aspectos aperfeiçoados, mais confortáveis e seguros, mas longe das tão sonhadas máquinas voadoras.
O mundo não mudou? Sim, claro que mudou, mas sem as fantasias imaginadas para o ano 2.000.
Estávamos conversando com alguns empresários quando um deles disse: - Não consigo contratar torneiros mecânicos. Ninguém responde meus anúncios.
Essa queixa recebeu apoio de outros que nos acompanhavam.
Um profissional que estava conosco, sem grande envolvimento no setor mecânico, pensando em estender a conversa disse: - Essa é uma profissão em extinção.
Metralhado pelos olhares ouviu: - Extinção coisa nenhuma, quem você acha que usina as peças dos produtos que você compra?
Ora, quem diria, no mundo da rápida obsolescência, precisamos do velho e sempre atual torneiro mecânico!
Que tal o sapateiro? Já não existem mais? Claro que sim, apenas com novas roupagens, instalados nos shoppings!
A tesoura não corta, o cabo da panela caiu, e agora? Joga fora e compra outra ou ainda há conserto? Quem o fará?
Ninguém mais quer trabalhos braçais e manuais, todos querem ser doutores. Será?
Meus amigos queriam ser contadores, economistas, médicos, advogados, e se tornaram. Muitos acham que os filhos devem procurar outras profissões pela saturação das áreas em que atuam.
O cozinheiro, profissão que era escolhida por poucos, hoje com melhor direcionamento, virou chefe, e o homem pôs os pés na cozinha. A mulher, sem seu robô para os cuidados do lar, decidiu por os pés no escritório, as mãos no volante do taxi, do ônibus e do caminhão.
Na direção da empresa não dizemos mais meu chefe, mas minha chefe. Lá está a mulher no comando.
Inversão de papéis? Ora, se quiser chamar assim tudo bem, mas na minha ótica é emprego.
A palavra emprego quer dizer ato de empregar ou aplicação, não reserva de situação. O emprego supre necessidades.
Vamos refletir um pouco:
O homem tem necessidades a serem supridas, para isso irá em busca de pessoas com aquele conhecimento específico. Pronto, a necessidade gerou um trabalho.
Esse trabalho gera demanda para aplicação – prefiro emprego- de conhecimento para atendimento às necessidades.
Esse ciclo, necessariamente, gera cargos e empregabilidade fixa? Não obrigatoriamente.
Qual o futuro dessa empregabilidade? Como tudo na vida será cíclico, atendendo momentos e modas.
A empregabilidade deve atender o conceito da adaptabilidade e geração de necessidades para ter futuro.
Dentistas, hoje, trabalham mais na correção dos dentes do que na extração. Mecânicos mais em revisões e pequenos consertos que reformas.
A evolução do conhecimento não tem tornado obsoleta as profissões, mas os profissionais.
Quando telefono para o encanador ou bombeiro – a denominação é diferente em algumas regiões – recebo um profissional que já traz um arsenal de peças, e em minutos realiza o conserto. Um prático? Não, na nossa região um engenheiro, que têm uma empresa de manutenção predial e presta um serviço nota mil.
O velho guarda-livros virou contador, deixou os escritórios, ganhou importância nas empresas e está de volta, atendendo em suas instalações, terceirizando o emprego do conhecimento. Com isso, muitas empresas que não terceirizam estão sentindo falta de pessoas capacitadas para atendê-las.
O futuro da empregabilidade, que voltou para casa, atuando em terceirização, está gerando a empregabilidade do futuro. O mercado criará, sem dúvidas, uma forma de tratar a questão, adequando-se à versão já conhecida e resgatando-a ou adaptando-se a um novo conceito.
E o caixeiro-viajante que virou vendedor e foi ameaçado pela internet? Este a usa e considera um extraordinário recurso de apoio e alavancagem de seus resultados.
E a velha-lábia? Esta se tornou oratória e o transformou em um comunicador.
Empresas, cada vez mais, estão necessitando de profissionais que apresentem seus produtos com clareza, pois a massa de informações já não permite que o consumidor e cliente sejam atraídos com facilidade.
O vendedor já não pode ser um prático, precisa ser um estudioso da arte do marketing e da comunicação.
Emprego e empregabilidade sempre existirão para o conhecimento que encontra aplicação atendendo uma necessidade.
Ao profissional cabe decidir que conhecimentos quer ter para ter empregabilidade.
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial - Postigo Consultoria
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Disseminando O Empreendedorismo
Por: Pedro Nadaf
Os empreendedores, sejam homens ou mulheres, são visionários. Identificam oportunidades e tornam suas ideias realidades, não se limitando na busca de êxito. São oriundos de diversos ramos de atividades, ou simplesmente descobrem que têm potencialidades para serem desenvolvidas principalmente em novos nichos de mercados.
Quando nos deparamos com empresários que transformam sonhos em realidade, e se revelam como agentes de sucesso, com experiências para relatar e trocar, vemos sempre que em seu perfil está o que representa o verdadeiro empreendedor. Encontramos a tenacidade, autoconfiança, determinação, criatividade, ânimo, ética, ousadia e visão.
"Ser um empreendedor é muito mais que ter vontade de chegar ao topo de uma montanha; é conhecer a montanha e o tamanho do desafio; planejar cada detalhe da subida, saber o que você precisa levar e que ferramentas utilizar; encontrar a melhor trilha, estar comprometido como resultado, ser persistente, calcular os riscos preparar-se fisicamente; acreditar na sua própria capacidade e começar a escalada". Colhi esta definição do Programa Brasil Empreendedor, do governo federal, por considerá-la muito interessante.
Todos os pontos positivos no conjunto de características dos empreendedores, entretanto, não dispensam a busca do aperfeiçoamento, dentro de ações planejadas, como: informação, especialização e definição de metas. Dentro na nova filosofia administrativa da era organizacional, quem tem o espírito inovador tem mais chance de vencer.
Hoje há diversas escolas e cursos in company, em parceria com instituições, de forma estratégica, realizam ações efetivas opção de parceria, que transformam estratégias de treinamento em ações efetivas, no que se refere a educação empreendedora. Esse desafio, que muitos pensam ser de hoje, foi lançado há mais de 20 anos, gerou certa polêmica entre educadores mais conservadores. Os pioneiros na educação empreendedora foram a Fundação Getúlio Vargas e Universidade de São Paulo, na década de 80, com a inclusão, desta matéria, em suas respectivas grades curriculares. Isto foi importante para se iniciar um processo de disseminação da cultura empreendedora em nível educacional, inclusive nas próprias organizações empresariais.
Tenho percebido que a cada dia que passa, homens e mulheres que estão na busca de consolidarem negócios, se conscientizam de que a grande força do empreendedorismo é essencial neste processo. É uma peça da engrenagem na qual faz a máquina do desenvolvimento impulsionar, garantindo as futuras gerações mais equilíbrio econômico. Afinal, o espírito empreendedor é fundamental para aumentar as riquezas do país e melhorar a qualidade de vida das pessoas. O mercado está mostrando, através de exemplos tal verdade.
Eu gosto muito de disseminar o empreendedorismo e acredito que pessoas bem preparadas, com informação e formação para o mercado, têm mais chances de estar à frente no sentido de empreender, por mais que isso seja um atributo que veio de berço.
Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-MT
Perfil do Autor
Pedro Nadaf
(Artigonal SC #2157873)
Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/financas-artigos/disseminando-o-empreendedorismo-2157873.html
domingo, 19 de julho de 2009
A alma do negócio
Quem sonha em ter o próprio negócio pode ser apenas isso – um sonhador. Já quem imagina e transforma esse sonho em realidade é um empreendedor. E qual brasileiro não ficou algum tempo pensando sobre ser seu próprio patrão?
A primeira barreira que separa a inspiração da concretização é justamente a incerteza que cerca o primeiro passo. Qual negócio abrir? Crio um novo produto ou ofereço um serviço? Onde monto minha empresa? Quanto devo investir? Devo fazer um empréstimo para iniciar? Em que sou bom o suficiente para me destacar no mercado?
Essas e outras dúvidas cercam a primeira ação do empreendedor. Nada mais natural do que essa hesitação. A melhor dica para acabar com elas é coletar o máximo de informações possível. Uma boa decisão é baseada nos elementos que os fatos e os números mostram.
E a primeira coisa a fazer é conhecer suas próprias vantagens competitivas. Faça uma lista de suas principais habilidades e das virtudes que todos elogiam. É daí que surgirá a semente do seu negócio. Não se pode vender algo em que ninguém confia ou conhece. Portanto, essa é a primeira e principal lição.
A partir daí, conheça tudo sobre o mercado no qual vai atuar. Onde estão os concorrentes, quanto eles vendem, como fazem isso, onde há consumidores que não são atendidos, qual o custo de produção, equipamento necessário, pessoal etc. Leia o noticiário sobre isso, participe de palestras e encontros sobre o tema e guarde tudo que achar relevante para gerar uma oportunidade de negócio.
Buscar e organizar tudo isso dá trabalho. Mas, é nessa fase inicial de concepção da idéia que está a base que manterá o empreendedor seguro sobre aquilo que decidiu fazer.
Com a certeza de ter escolhido o caminho certo, informe-se sobre a documentação. Os custos e o tempo entre o registro e a abertura mudam de acordo com o município.