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domingo, 15 de abril de 2012

A arte de saber delegar tarefas


Autor: Antonia Braz

Antes de delegar, certifique de sua autoridade
Um ponto primordial é certificar-se se a tarefa que será delegada é de sua responsabilidade e sua autoridade sobre quem vai executar. Quando toda a liderança começa a delegar e cada líder começa a dizer o que precisa ser feito de forma diferente, isto acabará deixando os funcionários confusos.


Saiba comunicar a tarefa a ser desenvolvida
O líder precisa entender que as pessoas processam as informações de maneira diferente e que algumas pessoas são auditivas, visual ou sinestésica. Portanto, ao passar uma tarefa, é importante usar os três sentidos que podem ser por escrito, verbal ou demonstrando como a tarefa deverá ser desenvolvida e para isto o líder precisa conhecer sua equipe.


Seja claro e objetivo
Ao delegar uma tarefa procure ser claro e objetivo com o funcionário dizendo:
O que precisa ser feito? Quem deverá realizar a tarefa? Como a tarefa dever ser realizada?
Em que prazo a tarefa deve ser concluída?


Evite a famosa expressão "preciso disso para ontem". Dizer desta forma fará com que você perca a autoridade porque ontem já passou e nem Deus pode concluir uma tarefa hoje para o dia de ontem. O líder precisa ter claro que o funcionário não consegue adivinhar o que se espera dele e quando isto acontece acaba provocando um grande transtorno na empresa, demissões e conflitos.


Seja participativo e atuante
É importante que o líder auxilie seus subordinados nos desempenho das funções. Este auxílio não significa que seja para realizar a tarefa delegada e sim orientar, motivar, contribuir com desenvolvimento e crescimento da equipe. Certifique que a tarefa está sendo desenvolvida ou foi concluída.


Não confunda delegar uma função com deixar a vontade
O líder não deve ser centralizador, mas precisa acompanhar e certificar-se que está tudo sobre controle e correndo conforme o esperando.Quando você faz o acompanhamento e corrige as falhas cometidas no início, isto contribuirá para evitar futuros problemas e transtornos.




/gestao-artigos/a-arte-de-saber-delegar-tarefas-5724398.html


Perfil do Autor

Sou Pedagoga , Psicopedagoga, Especialista em Gestão de Recursos Humanos e atua como voluntaria há mais de 10 anos em Organizações Não Governamental

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O Líder deve conhecer a si mesmo

O poder exerce grande fascínio sobre as pessoas, que lutam muito para obtê-lo. Não há problema em se desejar o poder desde que se tenha capacidade para assumir as responsabilidades que ele traz.


Se você se conhece bem a ponto de saber quais são seus pontos fracos e pontos fortes, não há o que temer. Saberá enfrentar todos os desafios com coragem, pedir ajuda quando necessário e dividir o sucesso com as outras pessoas.


Trabalhar como membro de sua equipe é vital. Você pode ser o líder, mas cada uma das pessoas sob sua responsabilidade é importante e precisa saber disso. Como não se pode ser especialista em todas as áreas, é preciso delegar as tarefas a quem possa desempenhá-las da melhor maneira, de acordo com suas habilidades e experiência. Ter coragem de admitir que não sabe tudo é a principal característica daquele que conhece bem a si mesmo.


"Os verdadeiros líderes se concentram naquilo que pode ser modificado e melhorado sem desperdiçar muito tempo com o que não pode ser feito. Usam seu tempo de maneira eficiente e compreendem que ter poder só se justifica quando somos capazes de beneficiar pessoas."


Extraído do livro: O Espírito do Sucesso - Norman Drummond

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O desafio do líder

Por Carlos Hilsdorf para o RH.com.br

Na Era do Conhecimento, selecionar os profissionais certos e dar a eles as condições para maximizar o desenvolvimento e a utilização de seus talentos e competências para atingir resultados superiores torna-se tarefa prioritária das lideranças.

É claro que diante deste desafio surgem questões naturais e fundamentais:
- Como escolher as pessoas certas? Qual o perfil ideal?
- Como reconhecer e desenvolver pessoas vencedoras?
- Como superar os conflitos oriundos de pessoas diferentes frente a um objetivo comum?

Entre tantas outras, estas perguntas devem ser coerentemente respondidas para o sucesso das estratégias empresariais, que somente se tornam realidade através de seres humanos.

Para escolher o indivíduo certo devemos considerar: Competência, Pertinência e Atitude. Assim, a pessoa mais adequada para um cargo/função será a que apresentar o maior resultado na equação Competência + Pertinência + Atitude.

Competência e Pertinência nos dizem se estamos colocando, tecnicamente, profissional certo no lugar certo e Atitude nos diz se estamos colocando nesta posição, um profissional cujo comportamento (aspecto psicológico) vai trazer os resultados esperados. Muitos enganos ocorrem aqui, quando os aspectos comportamentais são deixados em segundo plano. Não é difícil encontrarmos um indivíduo tecnicamente adequado, mas emocionalmente despreparado, ocupando uma posição estratégica na organização e comprometendo gravemente os resultados.

Com respeito ao perfil ideal - que varia conforme os pré-requisitos de cada área -, uma vez atendidos, devem ser complementados por um profissional que possua: caráter, transparência, ética, humildade (não confundir com submissão) e senso de missão pessoal e profissional - um objetivo claro a atingir.

Já reconhecer e desenvolver pessoas vencedoras é uma arte que envolve muitas nuances. Em suma, considere que ela é, com frequência, uma pessoa empreendedora e que se move em função de princípios e valores claramente estabelecidos. Uma pessoa vencedora reconhece que sucesso é um esporte coletivo e, por isso, sabe somar sua competência às de outros para atingir objetivos e sabe aceitar a competência dos outros na mesma direção. Em termos bem brasileiros: um jogador vencedor joga bem sozinho e em equipe, mas compreende que apesar de confiar na sua capacidade individual, para conquistar um bom resultado terá que contar com todos os seus companheiros. Em situações de definição prefere "passar a bola" para alguém em melhores "condições de gol" a partir para o preciosismo de um lance individual e correr o risco de comprometer o jogo. Já se não houver alguém melhor posicionado, apesar de todas as dificuldades vai à frente, em busca do gol!

A quarta pergunta resume o fundamental desafio da liderança: fazer com que indivíduos diferentes submetidos a uma visão compartilhada trabalhem por um objetivo comum, buscando diminuir os aspectos negativos oriundos dos conflitos.

Observe que me refiro aos aspectos negativos dos conflitos porque também existem aspectos altamente positivos. É do conflito de ideias, às vezes totalmente antagônicas, que surgem as soluções mais criativas. O conflito é bom quando ocorre temporariamente no campo das ideias, mas é péssimo quando ocorre com frequência no campo dos relacionamentos.

Um líder deve ser um mentor que, com seu exemplo e habilidade interpessoal, faça com que cada um dê o melhor de si em favor da realização do "sonho coletivo". Eis o verdadeiro desafio do líder.

domingo, 17 de abril de 2011

Que tipo de Líder Você está sendo?

Tipos curiosos de líderes: ruins e bons


Autor: silvio broxado




Tipos curiosos de líderes: ruins e bons



Depois de ler diversos livros sobre liderança, de ter convivido e de ter sido chefe, relacionei "tipos"interessantes que encontrei por aí. Agora, faça-me um favor, envie para todo mundo que é ou tenha um chefe fugando no cangote"de sua vida organizacional. Os perfis curiosos são tanto para os tipos ruins como para os bons.



CURIOSIDADES:



1. TIPOS POPULARES DE LÍDERES RUINS:



1.1 – Líder "Bonzinho" - Aceita tudo, não sabe dizer não;



1.2 – Líder "Tatu" - No conflito, o bicho se esconde num buraco;



1.3 – Líder "Tá raso, tá fundo" - Antes de chegar na sua sala, é preciso perguntar a secretária: Como está o "homem" hoje?



1.4 – Líder "Salada Tropical" - Só vive estressado, resolvendo pepino, cortando abacaxi, descascando batata quente sem tempo para ninguém, e mal humorado com o mundo;



1.5 – Líder "Bossal" - Fala emproado, mostra sua necessidade de impor-se socialmente, com sua locução arrogante;



1.6– Líder "Não é comigo" - Nunca se compromete, nunca tem tempo para as pessoas, colegas e clientes, sempre coloca culpa no sistema, no outro ou no patrão ou subordinado;



1.7 – Líder "Bala que matou Kennedy" - Sempre é ele o solucionador, nunca reconhece que houve um trabalho em equipe, ou que foi um subordinado que achou a solução;



1.8 – Líder "Barra de saia" - Nunca sabe nada, está sempre desatualizado, sem respostas, sem posições atuais, precisando sempre estar preso a barra das saias dos colaboradores para responder os questionamentos;



1.9 – Líder "Robocop" - Não sorrir, não sente dor, não sente frio, não se emociona, não canta parabéns para os colegas, não dá caronas, não vai às dinâmicas de grupo e treinamentos de desenvolvimento pessoal, e confraternizações promovidas pela empresa, não comenta sua vida pessoal, não brinca e nem conta piadas, não respira a cultura da empresa. Acha mais interessante ler sobre tecnologia e/ou produto.



2. TIPOS POPULARES DE LÍDERES BONS:



2.1 – Líder "Legendário" - Fez no passado a diferença, faz no presente como ninguém e se motiva e impulsiona para o futuro;



2.2 – Líder "Na paz, no caos e na complexidade" – Não interessa as condições atuais tem de haver uma ação, e todos recorrem a ele nos momentos de crise aguda;



2.3 – Líder "Agressivo" - Enfrenta conflitos, rejeições, hostilidades e dúvidas sobre sua competência e honestidade, agregando, ainda mais, gente ao seu padrão;



2.4 – Líder "Produto e Pessoa" - Tipo de líder que é 50% produto e 50% pessoa;



2.5 – Líder "Participativo" - Está presente em tudo que a empresa desenvolve e faz, para todos os níveis hierárquicos;



2.6 – Líder "Promovedor do Poder" - Líder que indica o percurso, e orienta comocaminhar ao lado de um grupo coeso";



2.7 – "Líder "Total" - Tem visão de futuro, organiza, motiva, gera bom clima, revigora a cultura da empresa, comunica, apresenta resultados, define papeis, delega, reconhece o mérito e cobra.



Para finalizar, ...ou melhor, para RECOMEÇAR:Que tipo de Liderança você quer SER a partir de hoje?


Perfil do Autor


Silvio Broxado – Consultor e conferencista em Liderança, Planejamento Estratégico, Vendas, Motivação e Gestão Pública. http://www.novagestaopublica.com.br/

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Como convencer sua equipe da importância dos treinamentos profissionais

O artigo abaixo é de Eugênio Sales Queiroz para do site: RH.com.br
Sempre que um gerente, supervisor ou mesmo o diretor de uma empresa convoca os funcionários para participarem de um dia ou mesmo um fim de semana de treinamento, a "boca miúda" se escuta nas paredes, não tão surdas da empresa: "De novo", "Treinamento é tudo a mesma coisa", "Não aguento mais aquele falatório que precisamos melhorar nisso, naquilo outro etc.".

Esses comentários, muitas vezes, acontecem, porque os eventos promovidos pela empresa não se modernizaram, ou seja, reúnem-se todos os funcionários num auditório e alguém fica lá na frente passando um discurso monótono, o que deixa todos exaustos e irritados.

E como mudar esse comportamento por parte dos seus liderados? Existem meios para que esses encontros possam ser mais motivadores?

Aqui vão algumas dicas simples, porém objetivas, para que no próximo treinamento que sua empresa for promover, a atenção de todos os participantes seja conquistada:

1. Leve os treinamentos da sua empresa a sério. Para isso, organize tudo com antecedência, pense em todos os detalhes possíveis como: local, temperatura ambiente, material a ser usado, tipo de lanche a ser servido etc.

2. Elabore um super comunicado de convocação, algo menos informal. Você pode iniciar o convite da seguinte forma: "Neste sábado, nossa empresa convida a todos para um encontro super especial, onde sua presença fará toda a diferença".

3. No dia do evento receba na porta todos os funcionários com um aperto de mão e um sorriso de boas-vindas. Essa sua atitude estará valorizando cada membro da sua equipe.

4. A abertura precisa ser a mais descontraída possível. Pode ser com música dançante com uma pequena ginástica para alegrar a todos.

5. O uso do data-show é importante para dar uma sequência lógica ao que está sendo explanado.

6. Programe paradas regulares para lanches rápidos e cafezinho.

7. Limite o tempo de cada um que for falar para não ficar um encontro chato e enfadonho.

8. E uma dica de ouro: reserve um tempo para ouvir os participantes. Com absoluta certeza eles desejam ser ouvidos também.

9. Por último, se possível for, termine com uma oração ecumênica e providencie uma música alegre para que todos possam abraçar-se no final do "animado" e importante encontro. O que sua empresa pode ganhar promovendo encontros regulares seguindo as orientações citadas:


- Os funcionários começarão a interagir melhor nestes encontros.

- A monotonia não terá mais vez. Sendo assim, os treinamentos terão uma maior chance de sucesso.

- As informações serão bem mais aceitas e posteriormente colocadas em prática.

- Você estará motivando e valorizando sua equipe de trabalho, que com o tempo passará a usar melhor o espírito empreendedor da sua liderança.

domingo, 22 de agosto de 2010

Perfil do Gerente de Loja

Quando o assunto é nomear um profissional para assumir a gerência de uma loja percebo que há lojistas confusos neste processo, usando como critério forte o fato do nomeado ser o melhor vendedor, no entanto acaba perdendo o vendedor e não tendo resultado do gerente. Isso tudo por falta de conhecimento e planejamento adequado para escolha do perfil desejado, definição das atribuições, remuneração e outro fator é entender que um gerente de loja é mais do que gerente de vendas ou cuidador da loja. Para facilitar relaciono abaixo como funciona a função e atribuições além do perfil desejado para selecionar um bom gerente de loja.

GERENTE DE LOJA

1. Responsabilidades:

a. Gerir os recursos disponíveis para garantir fluxo de caixa, lucratividade e rentabilidade positiva;

b. Oferecer condições adequadas de trabalho aos funcionários para que possam atingir as metas estipuladas;

c. Prospectar parceiros comerciais que agreguem valor à marca através de acordos justos e éticos que gerem resultados positivos para ambos;

d. Respeitar o conceito da ética interna e externa para o bom relacionamento do grupo/parceiros/clientes e fornecedores;

e. Liderar seus funcionários de forma a construir relacionamentos profissionais e respeitando e valorizando a diversidade, a dignidade, o crescimento pessoal e profissional através do respeito, ética e da justiça;

f. Estar atento e respeitar as normas legais que regem o negócio.

COMPLEMENTO DA FUNÇÃO

Responsabilidades:

a. Responsável pelo funcionamento da empresa – abertura e fechamento, funcionamento da infraestrutura, definição de tarefas, vendas, atendimento, exposição dos produtos, vitrine, cobrança, satisfação do cliente, registro dos fatos e acompanhamento dos resultados;

b. Manter estrutura enxuta e viável e otimizar processos conciliando custo x benefício;

c. Treinar, motivar e liderar os funcionários e vendedores para respeitarem as normas da empresa e realizem adequadamente suas responsabilidades no tempo certo;

d. Prezar pela qualidade da carteira de clientes aliando volume de vendas com a necessidade de recebimentos prevenindo a inadimplência;

Além de ser responsável pelos resultados de vendas deve cuidar do todo, visão global do negócio:

– Admite, treina e demite; – Relações humanas e desenvolvimento do funcionário; – Prepara o GRUPO para trabalhar em equipe de acordo com as normas da empresa; – Monitora vendas; – Motiva a equipe para prospecção de novos negócios; – Valoriza a vitrine e exposição dos produtos; – Organização do estoque; – Resultados financeiros; – Apresenta relatórios e propõe soluções; – D E L E G A R

Mesmo assim o lojista corre o risco de não ter o gerente ideal. Reparem que é um desafio e tanto, requer critérios e posicionamento na hora da escolha.

Mello Jr. - Consultor de Empresas e Palestrante

sábado, 14 de agosto de 2010

Desenvolva suas habilidades de Liderança

Dizem que a liderança é uma característica da personalidade do indivíduo. Apesar de concordar parcialmente com esta premissa, todos os profissionais podem desenvolver suas habilidades de liderança. Mesmo os que já tem esta característica “no sangue” devem realizar um esforço para usá-la corretamente.

Seguem algumas dicas:

1. Seja um líder desde cedo: Entenda que você não precisa ser chefe para ser líder (na realidade muitos chefes são os piores líderes). Se você ainda está na universidade, desenvolva esta habilidade com seus colegas, influenciando idéias e ações de forma positiva. Se você já é um profissional com anos de carreira, ainda não é tarde. Pense em oportunidades de liderar em seu dia a dia. Não é simples liderar, mas se você não tomar uma postura pró-ativa, nunca chegará lá.

2. Aprenda tudo que puder sobre liderança: Não existe uma fórmula mágica para se tornar líder. No entanto, ler o que os líderes reconhecidos e especialistas têm a dizer ampliará sua mente e lhe permitirá absorver conceitos para criar seu próprio estilo de liderança. Participe de palestras e eventos nas quais você poderá aprender e interagir com outros líderes.

3. Fique perto de líderes melhores do que você: Reconheça que tem muito a aprender e observe seus estilos e características. O objetivo não é copiar, e sim entender e se desenvolver.

4. Continue Liderando: Se você ainda está desenvolvendo suas habilidades como líder, certamente cometerá erros e terá alguns fracassos em suas tentativas. Não desista, os erros são a melhor forma de aprendizado. O importante é que você saiba entender aonde falhou e como pode corrigir isto na próxima oportunidade.

5. Crie uma equipe de sucesso: Um bom líder precisa de bons seguidores. Não se trata de discriminar, se trata de obter o sucesso da equipe. Você deve tentar se cercar de pessoas inteligentes, energéticas, emocionalmente inteligentes e com espírito empreendedor (ou intrapreendedor). Desenvolva as habilidades de liderança dos outros (“ensine liderança”) e você estará aumentando também as suas habilidades. O maior sinal de sucesso de um líder é quando um de seus liderados o supera.

Luiz de Paiva - O gerente.com

Os Sete Comportamentos Essenciais do Líder

O livro Execução trata inicialmente dos três elementos chave para criar uma cultura de execução na organização. O primeiro elemento são as características que o líder deve ter para apoiar e estimular este tipo de cultura:

1.Conheça seu pessoal e sua empresa – O líder que se distancia de sua equipe e da realidade do dia a dia da organização, não é realmente um líder, é somente um chefe. Os líderes autênticos vivem a empresa. Não é suficiente receber relatórios sobre a situação da empresa e sobre o desempenho dos funcionários. Relatórios podem ser manipulados ou estar errados por diversas razões, e as nunca substituirão a convivência com os processos e as pessoas.

2.Insista no Realismo – A verdade deve ser sempre ser confrontada. Líderes que fogem de conflitos ou problemas levam a organização a uma cultura de fracasso. Os autênticos líderes encaram a realidade da empresa e motivam sua equipe a superar as dificuldades. Não é possível viver uma mentira na empresa e conseguir a superação ao mesmo tempo.

3.Estabeleça Metas e Prioridades Claras – A equipe liderada deve ter uma visão transparente da direção que devem seguir. As metas e prioridades devem ser objetivas e documentadas. Dúvidas devem ser esclarecidas. Somente assim se conseguirá a união do grupo e a realização da estratégia da organização.

4.Conclua o que foi Planejado – Projetos e iniciativas abandonadas pela metade tiram a motivação da equipe. Pior ainda, as iniciativas futuras não serão levadas a sério. Além de escolher corretamente os projetos que devem ser executados e planejados, estes devem ser levados adiante com seriedade e compromisso do líder. Este comportamento se refletirá na atitude dos funcionários. Se realmente é necessário cancelar um projeto, isto deve ser feito formalmente, registrando as lições aprendidas e ações corretivas no planejamento.

5.Recompense Quem Faz – Isto parece óbvio, mas muitas empresas ainda tratam todos os funcionários como iguais. A organização de diferencia de forma justa e objetiva as diferenças de desempenho de cada colaborador criará uma cultura baseada no crescimento pelo mérito.

6.Amplie as Habilidades das Pessoas pela Orientação – O treinamento formal é importante, mas a orientação do líder também é um fator essencial para o crescimento da equipe. A experiência deve ser usada como diferencial de desenvolvimento dos funcionários. Orientar é uma das atividades mais importantes do líder, e aquele que foge desta responsabilidade levará sua equipe ao fracasso.

7.Conheça a si Próprio – Conheça suas forças e fraquezas, aprenda a ter firmeza emocional e lide com suas dificuldades. Não fique cego pela posição que ocupa, ou tomará decisões erradas.


Luiz de Paiva - O gerente.com

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O Caráter do Líder

Ao contrário do que se possa imaginar, o caráter do líder não transparece apenas nos momentos críticos ou difíceis, mas, principalmente, nos momentos mais simples e cotidianos. São situações tão comuns ao nosso dia a dia que, ao não darmos a devida atenção, corremos o risco de transmitir uma imagem negativa sem nos dar conta disso. Por exemplo, quando uma pessoa atende ao telefone e diz que alguém deseja falar com você, sussurrando você responde pedindo para dizer que não está no momento.

Com este gesto aparentemente inofensivo, em casa ou no trabalho, estamos comunicando, ainda que sem palavras, inúmeras mensagens negativas com relação ao nosso caráter. Estamos "dizendo" que mentir é algo normal e que enganar as pessoas tampouco é algo que possa comprometer as relações, sejam elas profissionais ou pessoais.

Desta forma, você confiaria em alguém que mente para os outros? Afinal, se uma pessoa mente para outros, não poderia mentir para você também?

Neste contexto, para falar de líder sem caráter, é importante antes ressaltar a diferença entre caráter e personalidade. De uma maneira bem simples, podemos dizer que personalidade é a máscara que usamos para que o mundo nos enxergue dessa forma, enquanto o caráter é o que realmente somos quando tiramos nossas máscaras. É por isso que uma personalidade encantadora pode abrir muitas portas e nos conduzir a posições de liderança, mas somente o caráter poderá mantê-las abertas.

O caráter é inerente à liderança, já que liderança é caráter em ação; portanto, a primeira conclusão que podemos tirar, com relação a líderes sem caráter, é que eles não existem. O que vemos, na verdade, são pessoas que ocupam posições de liderança, muitas vezes conquistadas por uma personalidade encantadora e envolvente, mas que, em vez de buscarem o bem-estar daqueles que estão ao seu redor, preferem fazer uso do poder e da influência em benefício próprio. São chefes, senadores, deputados, presidentes, déspotas, tiranos, opressores, diretores ou qualquer outra coisa, mas não podem ser chamados de líderes. Eles se esqueceram que sua liderança só existe por causa das pessoas que estão sob sua responsabilidade.

Mas, como deve agir um verdadeiro líder? Um verdadeiro líder influencia e inspira as pessoas, servindo-as com amor, caráter e integridade, para que vivam com equilíbrio e trabalhem com entusiasmo em direção a objetivos e resultados legítimos, priorizando a formação de novos líderes e a construção de um futuro melhor.

Influenciando e Inspirando Pessoas

Muitos dizem que liderança é influência, mas esta afirmação é insuficiente para defini-la. Não basta influenciar, é preciso que a influência seja responsável e positiva, sendo que a melhor maneira de exercê-la é por meio do exemplo. Se palavras movem, os exemplos arrastam.

Já a motivação é o resultado da inspiração. Quando algo ou alguém nos inspira, é como se Deus soprasse em nós mais vida. É por isso que o líder deve ser alguém inspirador, que produz vida, que dá ânimo e enche as pessoas de fôlego, levando-as a sentirem-se motivadas a conquistar coisas até então supostamente inalcançáveis, estabelecendo a conexão entre o que as pessoas fazem e a grande obra, a grande missão. Assim como um mestre de obras que mostra aos seus operários que eles não estão apenas assentando tijolos, mas construindo lares para que famílias sejam felizes.

Servindo com Amor, Caráter e Integridade

Enquanto o servo dá às pessoas o que elas querem, satisfazendo seus desejos ou caprichos, o verdadeiro líder serve as pessoas dando o que elas realmente precisam. Esta é a diferença entre ser servo e servidor. O grande problema é que é muito mais fácil ser servo do que servidor. Fazer aquilo que as pessoas querem, como por exemplo, um "falso elogio", dá muito menos trabalho do que dizer o que elas precisam ouvir.

Em liderança, o amor não se revela apenas por meio de sentimentos, mas pelas atitudes e ações do líder, independentemente do que ele sente pelas pessoas. Em liderança, o amor é, na verdade, aquilo que o amor faz. O verdadeiro líder age com caráter, assumindo o compromisso de fazer o que é certo, mesmo quando isso é difícil; de fazer o melhor mesmo quando não deseja fazê-lo. Ele é íntegro, inteiro, coerente e sabe que o mínimo que você deve oferecer aos seus liderados é a oportunidade de que saibam quem ele realmente é.

Tendo em mente estes conceitos e parâmetros, é possível entender a verdadeira essência da liderança que é, na verdade, o poder de influenciar e inspirar as pessoas, servindo-as com amor, caráter e integridade.

Marcos Fabossi - Rh.com.br

A Mudança começa no Líder

Constantemente sou abordado por nossos clientes com as seguintes dúvidas: como criar mais comprometimento da equipe?, Como fazer que a motivação não acabe quando se chegam às metas? Ou ainda: minha equipe é acomodada. O que eu faço para ela "acordar"?. São vários questionamentos que na maioria das vezes têm uma resposta não muito agradável aos chefes: você deve dar o exemplo!

Os funcionários são reflexos do que o dono da empresa ou os líderes são. Se você é mal-atendido em uma loja ou não tem seus problemas resolvidos e já passou por constrangimentos com atendentes, entregadores e outros profissionais, pode ter a certeza que eles são exatamente como os líderes os incentivam a ser.

Ninguém tem o poder de mudar as pessoas, mas é possível influenciá-las e isso nos trará benefícios no setor profissional. Deve-se evitar o confronto direto e as polêmicas pessoais. Analisar cada indivíduo e definir qual a melhor estratégia é o mais seguro.

Em empresas como o Google os funcionários são constantemente instigados a criar, a inovar, através de uma competitividade interna saudável. As metas são consequências. Mas os líderes e o dono da empresa estão participando de todo o processo a cada dia. Com pontualidade, respeito, foco e ética, os líderes atraem seus profissionais e todos acabam seguindo estes exemplos, desempenhando melhor seus papeis, em cada setor da empresa.

É claro que algumas coisas acontecem sem o dono da empresa saber e acaba depondo contra a imagem pública da organização. Recentemente, fui a uma empresa onde o porteiro, além de me receber mal, sem dar informações completas, disse que era para esperar o dono da empresa ali mesmo, no portão. Bom, fiquei ali até a hora que o dono chegou, debaixo do sol e do calor. Após um milhão de desculpas, fui até o gabinete do dono. São situações assim que podem arruinar uma marca ou produto.

Lembro-me quando atuei no marketing de uma grande rede de supermercados em Minas Gerais, onde observava duas promotoras, daquelas que ficam no supermercado promovendo a degustação de gêneros alimentícios.

Enquanto uma vibrava a cada oferta de seu produto, brincando com crianças e interagindo com os consumidores, a outra sequer olhava para as pessoas, ficando o tempo todo com um semblante fechado, como se estivesse de mau-humor.

Resultado: o biscoito da primeira promotora era de qualidade inferior, bem popular, mas com sua atitude de liderança, ela conseguia que todos os consumidores levassem pelo menos dois sabores, um salgado e um doce.

Em outra gôndola, o café, que era um dos melhores de toda a região, amargava certo desprezo dos transeuntes pela atuação desmotivada de sua promotora.

Podemos ter todo o potencial, o melhor produto, uma grande infraestrutura, logística aprimorada e um ponto de venda de destaque, mas nossa atuação de liderança, conquistando e fidelizando clientes - sem se esquecer que manter nossos parceiros é mais barato e simples que atrair novos consumidores - irá marcar definitivamente a relação com os pares, tornando esta experiência positiva ou não.

É imprescindível que o líder dê os primeiros passos para o sucesso de sua equipe. Imagine um gestor de um time de vendas que sequer realiza prospecção, vendas, pós-venda, mas cobra o tempo todo resultados. Não vai dar certo. A postura do líder também conta: etiqueta, educação, respeito e ética refletem nos resultados do desempenho profissional. Existem casos onde alguns funcionários se referem aos seus líderes como "Esse não tem moral para chamar atenção de ninguém aqui".

Uma das formas mais eficazes de potencializar a liderança é praticando com o Coach: a partir do autoconhecimento o indivíduo começa a trilhar um novo caminho, mais seguro, equilibrado e com foco nos resultados. Com um acompanhamento periódico, variando de acordo com o profissional, metodologia e objetivos, o coachee se supera a cada dia, ultrapassando seus limites e fortalecendo sua atuação em todas as áreas da vida.

Já falamos em artigos anteriores sobre a diferença de ser Líder e Chefe. Mas vale acrescentar que o Líder incentiva sua equipe a vencer, estimulando cada potencial, agindo como um coach. E se a equipe vai bem, a empresa idem e o Líder destaca-se. Pense bem e mude sua vida profissional.

Ramon Barros - Rh.com.br

sábado, 24 de julho de 2010

O chefe comunica, o líder explica

Você dirige alguma equipe? Considera-se um bom gestor, mas deseja tornar-se um líder eficaz? Pois, saiba que muita gente que ocupa cargo de direção acaba acomodando-se e se achando o rei da "cocada preta". Daí, o tempo passa e quando acorda para a realidade já é tarde demais e o recomeço é quase sempre cruel.

Você, por exemplo, já trabalhou ou atua em alguma empresa em que o seu superior, quando tem que comunicar mudanças, começa a reunião mais ou menos assim: "Bom dia. Hoje temos um importante comunicado a fazer: a nossa diretoria resolveu que devemos a partir de agora..."? Ou, então, assim: "Bom dia. O nosso gerente geral achou por bem mudar a nossa política comercial a partir de hoje"?

Para esse tipo de gente, a responsabilidade pelas mudanças nunca é sua e sim dos superiores. É um chefe do tipo bom camarada, amigão, boa praça. Procura estar sempre ao lado de seus subordinados em festas, almoços, jantares, confraternização etc. Nunca contraria as vontades coletivas dos subordinados e recorre às "amizades", para saber como anda o seu prestígio.

Normalmente, é bem articulado e hábil comunicador. Ele sabe usar a energia e o entusiasmo para convencer a sua audiência. Fala tudo que acontece e que a equipe quer ouvir, mas quase ninguém dá a mínima para o que ele diz e quase nada acontece. Ele não costuma cuidar bem dos processos, daí a área que dirige ser desorganizada, visto que todos tentam resolver tudo, quase ninguém se entende e os conflitos são comuns. Além do mais, ele vive "apagando incêndio" e quando cobrado pelos superiores tem sempre uma boa justificativa, na ponta da língua, para explicar suas ineficiências.

Esse tipo de gestor está sempre pronto para comunicar as mudanças, mas nunca está disposta a explicá-las. Além disso, o insucesso é culpa dos outros e as boas ideias sempre são suas. Como nem sempre está atento para aprender com as mudanças, dificilmente tornar-se-á um líder. O mais provável é que continue agindo como o chefe de sempre. Afinal de contas, nos ensina Croft M. Pentz: "A pessoa torna-se sábio, observando cuidadosamente o que acontece quando ele não é".

Para evitar a arapuca dos que se acham acima do bem e do mal e se tornar um líder vencedor e admirado, o gestor deverá agir com sabedoria, recorrendo aos seguintes princípios:

1. Explique detalhadamente o que pretende, mas não diga como a tarefa deverá ser realizada - As pessoas inteligentes não acreditam em mensagem que são comunicadas. Elas desejam entender a razão das mudanças.
2. Use o conhecimento e não a hierarquia - Pessoas inteligentes não se impressionam com títulos.
3. Diga o que fazer, mas não como quer que seja feito - Pessoas inteligentes gostam de ser desafiadas, encontrar os seus próprios caminhos e se sentirem úteis.
4. Identifique talentos abandonando velhos paradigmas - Não se impressione com os candidatos de boa formação. Nem sempre as pessoas com mais capacidade de agregar valor são aquelas melhor educadas ou com mais títulos.

O fato é que os chefes comunicam já os líderes explicam. Pense nisso!

Autor(a): Evaldo Costa

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Quer inspirar seus liderados? Ofereça uma CAUSA.

As pessoas tendem a se identificar cada vez menos com qualquer empresa específica. Pensam mais como profissionais independentes e sabem que podem se mover com uma velocidade proporcional ao seu talento - quando não se sentem felizes onde estão. A lealdade será cada vez mais à própria carreira. E às causas nas quais acredita. Não mais ao chefe nem à empresa como no passado.

Você, para ser um líder eficaz, precisará oferecer causas, em vez de apenas metas e tarefas. Precisará criar um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Trata-se de ir muito além de metas e objetivos para serem atingidos no ano em curso.

O papel do líder eficaz será o de estimular as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, muito além da simples troca do trabalho por remuneração.

O líder eficaz oferece às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas. Esclarece como objetivos e metas de curto prazo são fundamentais para a causa comum. Parte do princípio de que as pessoas comprometem-se emocionalmente com objetivos e metas quando entendem o porquê das ações. Acredita que as pessoas estão dispostas a oferecer o melhor de si e até mesmo a fazer sacrifícios, desde que conheçam a Causa, o Porquê, o Rumo, a Razão de Ser do seu cotidiano.

E você? Tem oferecido Causas ou apenas Metas e Tarefas? Qual a causa da equipe que você lidera?
Acesse:
http://www.blogdocoach.com.br/

sábado, 17 de abril de 2010

Por Que Líderes e Empresas Quebram?

As empresas quebram porque perdem os seus diferenciais competitivos, não inovam, não criam novos produtos ou serviços, param no tempo, não acompanham as mudanças na velocidade exigida pelo mercado.
Muitas fecham suas portas porque se preocupam mais em vender e esquecem que a essência da administração é a rentabilidade.
A grande maioria das pessoas parou de sonhar. Inclui-se aí muitos empresários e colaboradores. Não se preocupam em aprender mais, se desenvolver.
Mas também existem pessoas e empresas que se transformam em diamantes, se diferenciam das outras, são mais felizes e motivadas e resultados no trabalho é apenas conseqüência de sua forma de pensar e viver.
Nenhuma empresa contrata alguém desmotivado. Todos querem vibração. Um produto inédito, serviços complementares, algo incrível!!
Quem chega à frente é de vanguarda. Quem corre atrás, cansa e não alcança. Se eu conseguir largar um pouco na frente dos outros, eu ganho a corrida, isto é, ganho o mercado.
E para correr esse milímetro você tem que se preparar três vezes mais que a concorrência.
O sucesso hoje é 40% técnica e 60% emoção. Tenho feito várias palestras em feirões da GM e percebo que existem algumas concessionárias que praticam um verdadeiro pós-venda.
Comprei meu primeiro carro há 30 anos e até hoje muito poucos me ligaram perguntando se estava feliz. E aqueles que assim procederam negociaram pelo menos mais uma vez comigo.
A empresa que quer ser líder tem que ser um dos primeiros nomes na cabeça do consumidor. Algo como a marca mais famosa de refrigerante ou cerveja que primeiro vêm à mente.
Somente com uma marca forte se consegue fugir da guerra de preços porque nesta toada, entre mortos e feridos nunca há um vencedor!
Nas empresas brasileiras, de uma forma geral, quase 80% das pessoas pedem demissão de seu chefe e não de seu emprego. Veja aí a importância dos relacionamentos internos, do clima que sustenta o ambiente tanto quanto a competição.
Para ficar, as pessoas precisam admirar o líder, gostar do líder e respeitar o líder. O grande desafio é conseguir fazer com que as pessoas trabalhem querendo experimentar o seu melhor.
Uma coisa que cada gestor poderia fazer é uma pesquisa anônima com os funcionários para verificar se eles são felizes. É muito simples e não custa nada.
Os grandes desafios desta liderança de sucesso é certamente inspirar pessoas e em seguida direcionar toda equipe para o encantamento do cliente. Isso sem perder o foco em resultados, afinal é o cliente quem paga as nossas contas.
Já me aconteceu de entrar numa empresa comercial e ficar com a sensação de ter que pedir desculpas por ter entrado ali. Algo como, eu não sabia que como cliente havia entrado para atrapalhar a vida daquelas pessoas. E minha intenção era unicamente comprar... Escolhi por alguma razão aquele local.
O maior desafio é colocar emoção no que faz. Um líder verdadeiro tem uma causa... A equipe é a cara do líder. É importante mostrar a equipe que saber e não fazer é ainda não saber com uma dose piorada de quem não tem atitude.
Infelizmente muitas empresas possuem tecnologia, prédios bonitos, veículos do ano, computadores de última geração com tela plana, softwares avançados e até projetos de algum sobrinho do Oscar Niemeyer... Mas não acreditam em gente. Não acreditam que treinar faz a diferença e é peça fundamental para o sucesso.
Mesmo que dependa de cada empresa, é bom separar as coisas, isto é, a linha invisível que separa amizade da razão. Um líder não comanda amigos, estes ele os têm para informalidades, desabafos de seus problemas, aspirações... Separa-se aí o mundo real da ilha de fantasia.
Empresas quebram porque erram, tornam-se distantes das pessoas. Possuem chefes que quase nunca elogiam porque acham que as pessoas não fazem mais do que suas obrigações. Diversas pessoas preferem o risco de ficarem desempregadas a viverem ao lado de gente com esse perfil.
Uma empresa não quebra hoje, quebra cinco anos antes. Conselho para o sucesso: Não caia na maior doença do mercado, doença letal, a síndrome dos comuns.
O sagrado segredo dos vencedores é ver o que todo mundo vê... Mas enxergar diferente!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina - Palestrante de Sucesso

quarta-feira, 14 de abril de 2010

ESTILOS DE LIDERANÇA

O líder deve ser entusiasmado, otimista, motivado, participativo, ter espírito de equipe, saber delegar tarefas e cobrar resultados. O líder centralizador, que se irrita facilmente perde o respeito e não se mantém no mercado de trabalho. Você verá em seguida alguns tipos de liderança mais comuns. Cada um deles tem os seus prós e contras. A personalidade de quem dirige interfere em muito, na maneira de liderar. Devido a experiência de tantos anos de liderança, Alguns teóricos sugerem que seja utilizada a liderança situacional.

Existe uma teoria que fala de Traços da personalidade. Segundo esta teoria, o líder possuiria características marcantes de personalidade que o qualificariam para a função. O importante é que você encontre a sua maneira de liderar, que seja a mais adequada a sua realidade e visão do trabalho.

01. Liderança autocrática:
Na Liderança autocrática o líder é focado apenas nas tarefas. Este tipo de liderança também é chamado de liderança autoritária ou diretiva. O líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados. O líder é quem ordena, impõe sua vontade, centralizando todas as decisões. Este estilo não é indicado quando a equipe de vendas é experiente e de profissional, pois terá a rejeição por parte desses subordinados. Porém poderá ser utilizado para disciplinar o grupo que está indiferente às suas atividades de vendas e em alguns casos de dificuldades dentro da empresa, que exigem ações mais rígidas. Esta liderança também é chamada de liderança autoritária.

Este tipo de liderança caracteriza-se pela confiança na autoridade e pressupõe que os outros nada farão se não lhes for ordenado. Geralmente não se importa com o que os liderados pensam além de desestimular inovações. O líder autocrático julga-se indispensável, mostrando que só a sua maneira de fazer as coisas é a correta. Toma uma postura muitas vezes paternalista, sentindo-se feliz por notar que os outros dependem dele. Divide pouquíssimo serviço, preferindo fazê-lo. É comum por parte deste líder, reações coléricas, de irritação, de incompreensão com erros alheios. Infunde certo temor nos liderados, para que não o contradigam. Usa de artifícios para que o obedeçam sem dialogar. As decisões são tomadas com rapidez, o que é muito positivo. Mas, quando um líder autocrático termina seu mandato, muitas vezes o grupo fica perdido, não está acostumado a tomar suas próprias decisões, provocando um vácuo no poder de comando.

02. Liderança democrática:

Chamada ainda de liderança participativa ou consultiva, este tipo de liderança é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório. Liderança democrática - O líder orienta o grupo a executar suas atividades, fazendo-o participar da tomada de decisão. A liderança democrática é mais utilizada quando a força de vendas é de nível elevado. Em caso de força de vendas numerosa, o gerente pode encontrar dificuldade para dirigir todo o pessoal.

Neste estilo de liderança, todo o grupo pode e deve contribuir com sugestões. A responsabilidade do líder, é dirigir estas opiniões para que, na prática, atinjam os objetivos esperados. O líder, com sua experiência, deve alertar sobre pontos difíceis e idéias que já foram tentadas no passado, mas sem sucesso. A esperança neste caso, é fazer com que o grupo entenda que atingir objetivos é responsabilidade de todos e não apenas da liderança.
O líder que aplica este estilo, geralmente, tem um conceito equilibrado sobre si, não temendo que haja liderados que sejam melhores do que ele, em determinados aspectos. Para ele é fácil entender e compreender seus liderados, bem como ouvir e aceitar opiniões diferentes das suas. Aqui, a dificuldade é a demora para tomada de decisões em tempos de crises.

03. Liderança Paternalista:

É uma liderança que visa o fim dos conflitos em grupos, que visa um relacionamento amável, onde o líder tem uma postura de representante paternal do grupo.

04. Liderança Liberal:

Liderança liberal, Livre ou Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar". Nesse tipo de liderança, parte-se do princípio de que o grupo atingiu a maturidade e não necessita de supervisão de seu líder. Assim, os liderados ficam livres para pôr seus projetos em prática, sendo delegado pelo líder liberal. Caracteriza-se pela total liberdade da equipe de vendas. O gerente pouco interfere nos negócios. As equipes tomam decisões e direcionam suas atividades. O gerente de vendas tem uma atitude bastante passiva. Os vendedores conhecem o ramo de negócios e o mercado. Este líder acha que seu principal trabalho é a manutenção do que já foi conseguido. Não dá ordens, não traça objetivos, não orienta os liderados, apenas deixa correr. É comum encontrarmos liderados inconformados com esta atitude.

A liderança liberal, muitas vezes, é exercida por pessoas que pretendem ausentar-se com freqüência do grupo. Não querem ter o trabalho de organizar, planejar e fiscalizar. Em muitos casos, foram eleitos porque ninguém queria o cargo ou então porque queriam apenas o título de líder não tendo a garra e a vontade de liderar. Neste tipo de liderança o grupo atingiu a maturidade e não mais precisa de supervisão extrema de seu líder, os liderados ficam livres para por seus projetos em prática sendo delegado pelo líder liberal. É o chamado "deixa como está para ver como é que fica".

05. Liderança Situacional:

Baseia-se no fato de que cada situação requer um tipo de liderança diferente, para se alcançar o melhor dos liderados. Um líder situacional deve ser versátil e flexível, sabendo adequar seu estilo, de acordo com a pessoa com quem trabalha e com a situação. Este líder utiliza o que há de melhor nas lideranças AUTOCRÁTICA, LIBERAL e DEMOCRÁTICA e aplica, dependendo do grupo que tem à mão e da circunstância.

O líder situacional pode escolher entre quatro tipos de ação:

a) Direção - Dá instruções específicas e supervisiona rigorosamente o cumprimento das tarefas. Esta ação é usada, principalmente, com pessoas inexperientes, mas de bom potencial para aprender.
b) Treinamento - O líder também dirige e supervisiona a realização das tarefas, mas solicita sugestões e explica suas decisões. Esta ação é utilizada com pessoas inexperientes, mas que perderam seu interesse inicial. Elas alcançaram algum desenvolvimento, mas precisam ter desafios de novas perspectivas. Seus progressos devem ser elogiados.

c) Apoio - O Líder ajuda e apóia os esforços dos liderados para cumprirem as tarefas, dividindo com eles as decisões. Esta ação é para ser utilizada com pessoas inexperientes, mas que apreciam um estilo mais participativo. Pessoas que gostam de serem ouvidas e apoiadas, mas que têm dificuldades em tomar decisões, necessitando, assim, do suporte do líder.

d) Delegação - O líder passa as responsabilidades de decisão aos liderados. Esta ação é apropriada para pessoas experientes, que sabem como se portar diante de crises e problemas, achando, por si mesmas, as soluções criativas.

Nas situações de liderança. o líder pode assumir diferentes padrões de liderança de acordo com a situação e para cada um dos membros da sua equipe. Para Lacombe os líderes influenciam as pessoas graças ao seu poder, que pode ser o poder legítimo, obtido com o exercício de um cargo, poder de referência, em função das qualidades e do carisma do líder e poder do saber, exercido graças aos conhecimentos que o líder detém.

Conclusão:

Como podemos verificar, todos os estilos possuem vantagens e desvantagens. Na liderança autocrática o líder centraliza totalmente a autoridade e as decisões. Os subordinados não têm nenhuma liberdade de escolha. O líder autocrático é dominador, emite ordens e espera obediência cega dos subordinados.

Os grupos submetidos à liderança autocrática apresentam maior volume de trabalho produzido, com evidentes sinais de tensão, frustração e agressividade. O líder é temido pelo grupo, que só trabalha quando ele está presente. A liderança autocrática enfatiza somente o líder.

Já em uma liderança liberal, o líder permite total liberdade para a tomada de decisões individuais ou em grupos, participando delas apenas quando solicitado pelo grupo. O comportamento do líder é evasivo e sem firmeza. Os grupos submetidos à liderança liberal não se saíram bem, nem quanto à qualidade do trabalho, com fortes sinais de individualismo, desagregação do grupo, insatisfação, agressividade e pouco respeito ao líder. O líder é ignorado pelo grupo. A liderança liberal enfatiza somente o grupo.

Na Liderança democrática, o líder é extremamente comunicativo, encoraja a participação das pessoas e se preocupa igualmente com o trabalho e com o grupo. O líder atua como um facilitador para orientar o grupo, ajudando nas definições dos problemas e nas soluções, coordenando as atividades e sugerindo idéias. Os grupos submetidos à liderança democrática apresentam boa quantidade de trabalho e qualidade surpreendentemente melhor acompanhada de um clima de satisfação, integração grupal, responsabilidade e comprometimento das pessoas.

Na prática, o administrador poderá utilizar os três estilos de liderança, de acordo com a tarefa a ser executada, as pessoas e a situação. O administrador tanto poderá mandar cumprir as ordens como sugerir aos colaboradores a realização de certas tarefas, ou ainda consultar antes de tomar decisão. O desafio está em saber como aplicar cada estilo, com quem e em que circunstância e tarefas a serem desenvolvidas.

Referências:

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: edição compacta. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. ISBN 85-352-0677-9.
LACOMBE, F.J.M.; Heilborn, G.L.J. Administração: princípios e tendências. 1.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
ISBN 85-02-03788-9. BOWDITCH, James L. & BUONO, Anthony F. Elementos de Comportamento Organizacional. Título Original "A Primer on Organization Behavior". 1992 - São Paulo - Editora Pioneira.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Líder Responsável

Normalmente as pessoas adoram o prestígio, status e o salário diferenciado de um cargo de destaque dentro de uma hierarquia seja ele de supervisão, gerência, coordenação ou direção de algum departamento ou de uma organização. Porém, algumas destas pessoas já não se saem tão bem ou até mesmo não tem a mesma adoração pelo cargo quando o assunto é a responsabilidade imbuída na função. Ou seja, querem ser vistos como chefes, respeitados como chefes, paparicados, adoram falar que são chefes, mas não querem ser cobrados pelas responsabilidades de um cargo de chefia.

Responsabilidade é a situação de um agente consciente e responsável com relação aos atos que ele pratica voluntariamente. Acontece que quando somos responsáveis por um departamento ou setor, somos também responsáveis pelos seus resultados positivos ou negativos.

Se dividirmos a palavra responsabilidade em duas partes poderíamos dizer que “responsabilidade é a habilidade de ser responsável”, e como toda habilidade ela pode ser desenvolvida e treinada.

Se você tem um cargo de chefia dentro de uma organização ou sonha em um dia ter uma empresa, um setor ou um departamento sobre sua responsabilidade, reflita sobre os seguintes tópicos:

1 – Quando você assume uma função de liderança, está também assumindo ser responsável por conseguir resultados positivos naquela função.

2 – Você poderá delegar uma determinada atividade a um de seus subordinados, porém a responsabilidade sobre os resultados continua sendo de quem delega. Não adianta querer culpar outras pessoas caso a tarefa não seja cumprida com eficácia, por isso verifique bem se delegou para a pessoa certa, e se deu explicações e subsídios suficientes para que ela cumpra a atividade com qualidade.
3 – Delegar não é “delargar”. Alguns chefes costumam querer se livrar de problemas e com isso adoram “largar a batata quente” nas mãos de seus subordinados. Lembre-se, a responsabilidade pelos resultados continua sendo sua.

4 – Sucesso é resultado! O líder é avaliado não só pelo seu desempenho individual, mas também pelo desempenho da equipe subordinada a ele. Treine, motive, capacite, dê e solicite feedback a seus subordinados. Coloque-se como um líder que desenvolve sua equipe para que ela aprenda a solucionar problemas.

As empresas esperam que seus gerentes e líderes saibam delegar objetivando desenvolver novas habilidades em sua equipe, além de realizar um trabalho mais estratégico e menos operacional, dedicando maior parte do tempo à resolução de problemas ligados aos negócios da empresa.

Assuma responsabilidades, delegue com qualidade e afine-se para o sucesso!

Fabiano Brum: Palestrante especialista em motivação, vem destacando-se em palestras, cursos e seminários pela maneira inteligente e criativa com que alia seu conhecimento musical aos temas de seus treinamentos.
E-mail: contato@fabianobrum.com.br - Site: www.fabianobrum.com.br
Fone: 44-99733832 – Maringá - PR

domingo, 11 de outubro de 2009

Lider - A alma da empresa

Se você se beliscar poderá sentir que está vivo. Se alguém lhe chamar aos gritos, você certamente irá atender ao chamado. Seus sentidos lhe orientam como reagir a cada ato que ocorre em sua vida. Mas quando alguém que você confia e tem como exemplo de conduta e inspiração se ausenta, que sentido você usa para expressar o que sente?
Provavelmente você usa sua alma!
A alma é energia; Não pode ser vista.
É para o corpo aquilo que o astronauta é para a roupa espacial; funciona como uma bateria, dando vida e animação. Tire o astronauta da roupa e esta será basicamente inútil. Tire a alma do corpo e o corpo desmorona.
E a empresa tem alma?
Para alguns a alma da empresa é o cliente e o desafio é atrair e manter clientes lucrativos pelo maior tempo possível para que a empresa possa se manter viva, saudável e crescendo.
Para outros a alma da empresa são seus colaboradores, uma vez que não é possível ter lucro sem colaboradores competentes que se empenham em fazer coisas para clientes que ficam porque gostam do que recebem.
Para outros a alma da empresa está na liderança, pois, é o líder que patrocina para toda a empresa a cultura da competência, do bom atendimento, dos processos corretos, do ambiente saudável, da visão ousada e da missão adequada, pois, se estes não forem os valores do líder também não serão da empresa.
Resolvi escrever este texto como uma homenagem a um grande líder que aprendi a admirar e a respeitar que vou chamá-lo apenas de Paulo.
Ele me ensinou que antes de pensar em excelência é importante tirar o “le” e pensar em “excência” e a essência de qualquer empresa é construída através de valores e atitudes que estão contidas na alma do líder.
Ensinou-me que compartilhar objetivos é essencial e que é vital integrar estrutura e processos, processos e pessoas, pessoas e pessoas.
Ensinou-me que o exemplo vale mais do que mil palavras e que ser líder é ajudar as pessoas a descobrirem o líder que existe dentro de cada um.
Ensinou-se que é parte do trabalho do líder incentivar as pessoas que têm iniciativa, que fazem, que erram, mas, que corrigem rapidamente os erros e aprendem a não errar mais.
Ensinou-me que a excelência não está em colocar mais e mais, mas, não ter mais o que tirar.
Ensinou-me que a vida é uma aventura repleta de riscos e ao mesmo tempo fascinante e que a pessoa humana deixa transparecer a sua originária identificação com a itinerância.
Itinerância de si para o seu semelhante, da casa para a sociedade, da solidão para o convívio, do anonimato para um gesto inesquecível de solidariedade, da falsidade para o valor do caráter, do turbilhão urbano para o silêncio de um bosque, da terra para o céu, do tempo para a eternidade.
Que desses mais variados desvelamentos da pessoa humana enquanto itinerante, sucedem-se diversos estágios de crescimento e dentre eles aceitar novos desafios é um gesto de coragem e astúcia.
Amigo sucesso.

Os Segredos dos Líderes Inspiradores

Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias precisamos mudar a forma de pensar sobre como exercemos a Liderança.

. As competências que foram aplicáveis durante os últimos 50 anos já não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos.

Parecem desmoronar as conhecidas verdades sobre a motivação no trabalho, a lealdade, o comprometimento e… a liderança!

A escassez de líderes competentes é um fato. No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem mais próximos de seus clientes, fornecedores, parceiros.

.Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos que acaba incubando cenas de violência contra inocentes. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes. Vivemos uma crise de liderança. A atual crise internacional não é apenas relativa a escassez de crédito. É também uma crise de escassez de líderes íntegros capazes de agir para solucionar problemas e não apenas jogar para a platéia.

O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de “Líderes Inspiradores”:

· Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos para serem cumpridos. Indicam o “porto de chegada”. Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas. Esses líderes oferecem às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas. Acreditam que as pessoas estão dispostas a oferecer o melhor de si e até mesmo a fazer sacrifícios, desde que conheçam a Causa, o Porquê, a Razão de Ser do seu cotidiano.

· Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder inspirador não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que segue fielmente o rumo traçado e são recompensados pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um com quem convive. Formam, assim, outros líderes. Em vez do mítico líder carismático que serviu de modelo na era do comando, os líderes eficazes são aqueles capazes de arquitetar e implantar formas de organização que permitem o florescimento da liderança nos que o cercam.

· Lideram 360 graus, em vez de apenas 90 graus. O líder inspirador atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado “de dentro” numa empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também “fora”, para cima e para os lados. Numa empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam o padrão de qualidade e custo requerido para aumentar a competitividade de seu negócio. O líder 360 graus consegue liderar também para “cima”. Significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas.

· Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que apenas chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados incomuns que obterá de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de simplesmente dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor, porque dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência, não deixa as coisas para amanhã. Não fica acumulando pendências nem vive cercado de pessoas acomodadas ou pessimistas. O Líder Inspirador sabe compatibilizar as pressões da sobrevivência de curto prazo com as necessidades de longo prazo. O hoje com o amanhã. Cuida do presente enquanto cria o futuro.

· Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a “cola” que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. Constrói um código de conduta junto com os membros dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados. O Líder Inspirador cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.

E você,? Quais desses pontos você já pratica e não se constituem em segredo para você ? Quais os que você precisa praticar mais? Temos de evitar de atuar no novo jogo da liderança usando a velha forma de pensar que nos leva sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o paradigma da liderança se de fato desejamos criar famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
.Retirado do site http://www.hsm.com.br/

domingo, 26 de julho de 2009

Empresas Procuram Lideres

Por: NBDESOUSA

EMPRESAS PROCURAM LIDERES.

Venho observando através de vários anúncios publicados nas consultorias de RH, vagas de Gestores, Lideres, Administradores, Gerentes e outros cargos onde se exige Liderança e Determinação, para obter o máximo de comprometimento dos colaboradores em busca das metas e objetivos que as empresas estabelecem durante seu planejamento.

O pequeno detalhe que algumas, ou a maior parte das empresas se esquecem, é que um lider, ou um bom Gerente se faz com o tempo e a experiência que este adquire durante sua carreira, mas algumas determinam um parametro de exclusão para profissionais, “idade”, com isso muitos bons profissionais ficam praticamente fora de qualquer chance de aplicar tudo o que aprenderam e passarem adiante, treinando e ensinando jovens profissionais com menos experiencia, e tornar esse fator em melhoria para a empresa.

O bom lider, gerente ou gestor, definam como acharem melhor, essa é minha opinião, não é aquele que sabe mandar fazer, mas sim o que também sabe fazer o que manda, e acima de tudo tem a sensibilidade de aceitar sujestões e novas idéias de seus subordinados e avaliar se essas sujestões são passiveis de se por em prática. Uma boa idéia não precisa necessáriamente partir de quem comanda, pode também partir de quem é comandado, e isso é fundamental para manter-se uma equipe coesa, deixar de lado a vaidade e procurar um pouco mais de humildade.

Leia abaixo algumas caracteristicas que você empresário, gerente, gestor ou mesmo um simples colaborador deveriam observar.. Este email foi-me enviado por um amigo, e com certeza muitos se identificaram.

Comparação entre Lideres (Vencedores), e os Derrotados ( os que não evoluem no ambiente organizacional)

Lider- Quando um lider erra, diz: “Enganei-me”, e aprende a lição.

Derrotado – Quando um derrotado erra, diz: “Aculpa não foi minha”, e responsabiliza os outros.

Lider- Um lider sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.

Derrotado – Um derrotado sente-se vitima perante uma adversidade.

Lider- Um vencedor sabe que o resultado das coisas depende de si mesmo.

Derrotado- Um derrotado acha-se perseguido pelo azar.

Lider- Um vencedor trabalha muito e arranja sempre tempo para si próprio.

Derrotado – Está sempre muito ocupado e não tem tempo sequer para a familia.

Lider – Um lider enfrenta os desafios um a um.

Derrotado – O derrotado contorna os desafios e nem atreve-se a enfrentá-los.

Lider – Ele se compromete, dá sua palavra e cumpre.

Derrotado – Este faz promessas, não se esforça e quando falha só sabe justificar-se.

Lider – O lider diz: “ Sou bom, mas posso ser melhor ainda.”

Derrotado – Este Diz: “ não sou tão bom assim; há muitos piores do que eu”.

Lider - Um lider, ouve, compreende e responde.

Derrotado – O derrotado não espera que chegue sua vez de falar.

Lider – O bom lider, respeita os que sabem mais e procura aprender algo com eles.

Derrotado – O Derrotado resiste a todos os que sabem mais e apenas se fixa nos defeitos deles.

Lider- O bom lider se sente responsável por algo mais que o seu trabalho.

Derrotado – O derrotado não se compromete nunca, diz sempre: “Faço o meu trabalho e é quanto basta”.

Lider- O bom lider diz: “ Deve haver uma melhor forma de fazer isso...”

Derrotado – Ele diz: “Sempre fizemos assim. Não há outra maneira.”

Lider – Um bom lider é parte da solução.

Derrotado – O Derrotado é parte do problema.

Lider- Um bom lider consegue ver a parede na sua totalidade.

Derrotado – O derrotado fixa-se “no azulejo” que cabe a ele colocar.

Lider- Um lider vencedor como você passa essa menagem aos amigos.

Derrotado – Um derrotado como os outros a Lê, não entende nada e Deita-a Fora.

Cabe agora a você se auto-avaliar e determinar se você é um Lider Vencedor, ou apenas mais um derrotado.

E aos empresários, cabe a vocês decidirem se suas empresas serão compostas por lideres vencedores ou se simplesmente estão a procura de profissionais que se contentem em estarem apenas empregados, sem se comprometerem para a melhoria da empresa e o alcance de seus objetivos.

Pensem nisso!!!

Perfil o autor:

Formação em Administração de Empresas.
Cursos de Atualização Ministrados Pela:
FACULDADE GETULIO VARGAS EM:
ÉTICA - RECURSOS HUMANOS - DIVERSIDADE NAS ORGANIZAÇÕES.
DISPONIVEL PARA:
PALESTRAS PARA EQUIPES DE VENDAS, CONTATOS PROFISSIONAIS, EMPRESAS E ENTREVISTAS.
Administração Voltada em Resultados.
26 ANOS DE EXPERIÊNCIA NA ÁREA COMERCIAL.
CONTATOS:
email:nbs.administracao@gmail.com
msn: nbsousa_2005@hotmail.com

Fonte Artigos - Artigonal.com - http://www.artigonal.com/negocios-admin-artigos/empresas-procuram-lideres-1061122.html

Liderança - Experiência ou Juventude?

Cada vez que penso sobre esse assunto me vem a cabeça o cenário atual das empresas, organizações, instituições... O cenário não é feio nem bonito, é apenas diferente do que existia no passado.

Assim sendo, num espaço de trabalho onde a experiência abriu lugar para o sangue novo, não são calouros que devem aprender com os veteranos. Neste ambiente, os mais velhos é que precisam se inspirar na conduta dos mais jovens para prolongar sua vida profissional.

Se é verdade que os mais novos têm sempre mais oportunidades, é igualmente verdade que o calouro de hoje será o veterano de amanhã. E se isso é verdade, sua carreira será cada vez mais curta.

E se, para manter-se em ascensão, qualquer profissional tem de aprender com os mais novos, ele terá cada vez menos a ensinar à medida que sua carreira evoluir.

Como conseqüência saudável desta era, constata-se a necessidade de aprender sempre, de manter-se sempre atualizado, afinal, com mais conhecimento, menos incertezas. Com mais esperança, menos medo.

A pergunta que eu quero fazer para reflexão é a seguinte: Será que a busca desesperada pela inovação só se concretiza com a substituição da experiência dos mais velhos pelo voluntarismo e pelo gás dos mais novos?

Sou totalmente a favor da liderança dos jovens que chegam, da oxigenação que provoca a união das experiências entre os, veteranos e jovens, essa mescla é muito importante... Mas esta percepção de mudança não é correta. O mundo está cheio de exemplos que confirmam esse pensamento.

Experiência, conhecimento, preparo técnico e senso de inovação são ingredientes que se misturam e se completam... E quem enxerga isso está inserido naqueles que mais se destacam no mundo atual.

Jack Welch, ex-presidente da General Eletric, apenas para citar um exemplo que dispensa todos os demais, não deixou de ser aplaudido como um dos grandes inovadores da história corporativa mundial ao se manter no leme da empresa depois de completar 60 anos de idade, posto que ocupou até seus 66 anos de idade.

Muitos que sequer o conhece continuam a tirar lições de seu modelo de gestão e trabalho. Vale a pena buscar inspiração. Ao longo da história nós temos exemplos não de chefes, mas de pessoas que se firmaram como líderes. O mundo está cheio de profissionais que, pela conduta que tiveram, pela história de sucesso que tiveram, pela capacidade na hora de escalar suas equipes, servem de modelo aos profissionais mais novos.

Aprendi que um único gesto de um líder pode representar uma ação capaz de imprimir nos membros de sua equipe uma marca que os acompanharão pela vida inteira. E esse gesto pode ser positivo ou negativo.

Aprendemos assim lições que dificilmente aprenderíamos de outra maneira, tampouco na escola. O líder e seu exemplo é a escola, seja jovem ou veterano.

Autor: Gilclér Regina

sábado, 4 de julho de 2009

Liderança se aprende vivendo

Chega um momento da vida profissional que nos deparamos com um impasse: como dar um passo adiante e evoluir em nossa carreira, assumindo uma posição de liderança? Na maioria das organizações - e aparentemente, nos processos seletivos para MBA's também - há uma crescente busca por profissionais que tenham exercido posições de liderança anteriormente.

Esse questionamento surgiu quando, durante um bate-papo de sábado à noite, uma das pessoas que compunha o grupo estava comentando a respeito de suas aplicações para cursos de MBA nos Estados Unidos, e ela questionava o que falar quando fosse perguntado a respeito de experiência com liderança. Apesar de uma trajetória acadêmica brilhante, a preocupação dela é que, aos 25 anos, recém saída de dupla formação em universidades paulistanas de primeira linha e mestrado em Administração, ela não teve oportunidade para ter uma posição efetiva de liderança em uma organização.

Tendo essa conversa em mente, gostaria de pensar um pouco sobre o que é Liderança. Existe uma vasta literatura que nos indica as várias definições para Liderança. Contudo, vamos partir do básico, do significado do próprio termo na Língua Portuguesa: "função, posição, caráter de líder". Ou, melhor dizendo, seria a habilidade que uma pessoa teria para conduzir um grupo de pessoas em direção a um objetivo, de acordo com a Wikipédia.

Se formos pensar nessa simples definição, vemos que a posição de liderança é muito mais uma característica pessoal que pode ser encontrada em diversos momentos da nossa vida do que uma qualificação profissional específica.

Pensemos: uma pessoa que, frente a problemas familiares, assume a condução de seus parentes na direção da resolução efetiva destes problemas, não poderia ser considerada um líder? Indo um pouco mais além: uma pessoa que, no meio de um grupo de amigos, é capaz de fazer com que eles cheguem a uma conclusão sobre onde jantar e depois sair para dançar no sábado à noite, não poderia ser considerada um líder?

Assim, se refletirmos a respeito unicamente na simples definição de liderança, vemos líderes aptos em várias ocasiões e em diversos locais. Liderança se mostra no dia-a-dia, de acordo com as situações apresentadas e das características de personalidade que diferenciam cada uma das pessoas.

Não entrarei aqui no mérito da questão dos conceitos e tipos de Liderança. A intenção é discutir o significado puro e simples desta característica tão valorizada hoje em dia. Acredito que Liderança é uma competência que pode ser desenvolvida nas pessoas, bastando proporcionar oportunidades que permitam que elas se coloquem em situações de comando, assim como um bom coach para orientá-la.

Quando a pessoa é colocada frente a situações onde agir como um líder, é importante para o desenvolvimento de suas capacidades e para o bom andamento do grupo. Outra característica poderá ser também desenvolvida: a auto-estima. Frequentemente, bons líderes demonstram possuir auto-estima elevada. E, esta característica provém de confiança em si mesmo e nos seus conhecimentos, e suas opiniões. É demonstrar-se seguro frente às circunstâncias e saber tomar decisões adequadas ao problema apresentado.

Concluindo, se alguém quer ser um bom líder, deve começar a praticar esta liderança com as pessoas que estão perto dele. Deve se expor e mostrar sua competência para tomar a frente das situações, sem medo de errar e de ter que começar de novo.

Fonte: Ana Paula Pinheiro - Rh.com.br